Cuidar melhor da saúde dos olhos durante o inverno é essencial

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Catarata, glaucoma e conjuntivite, são doenças que as pessoas, de maneira geral, costumam relacionar com problemas relativos à saúde ocular, mas  ignoraram o fato de que o estilo de vida ou doenças em outros órgãos podem influir diretamente na qualidade da visão. Muitas vezes isso acontece por falta de informação.

O alerta foi feito à Agência Brasil pela médica e especialista em glaucoma do Centro de Oftalmologia do Hospital São Vicente de Paulo do Rio de Janeiro, Luisa Aguiar.  A médica oftalmologista diz que, principalmente nesta época do ano – quando pessoas tendem a ficar mais próximas e em locais fechados devido à predominância de baixas temperaturas – a preocupação com a higiene deve ser maior e é fundamental para se evitar prejuízos à qualidade da visão.
Entre as dicas de Luisa para se ter uma uma boa qualidade visual, estão: lavar as mãos com mais frequência, evitar aglomerações e estar sempre alerta. Segundo a médica, os hábitos de vida estão diretamente relacionados à saúde ocular. Fumantes, sedentários e pessoas que ingerem pouca água e nutrientes ficam mais vulneráveis aos problemas visuais por terem reduzida a capacidade de defesa do organismo.

Diabetes e hipertensão arterial, por exemplo, também podem comprometer a visão de forma irreversível. A especialista alerta que infecções como a dengue, por exemplo, podem desencadear hemorragias no globo ocular e causar, em consequência, distúrbios “graves” na retina.

De acordo com Luisa, é recomendável que, a partir dos 40 anos, as pessoas consultem anualmente um oftalmologista. É sempre mais eficaz prevenir do que tratar e engana-se quem pensa que apenas as doenças crônicas afetam a visão.

Membro da Sociedade Brasileira de Cataratas e Implantes Intraoculares e também do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, o médico e especialista Glauber Marques diz que a baixa umidade do ar nessa época do ano, combinada com a maior proximidades das pessoas em locais fechados, podem ressecar os olhos.

Em sua avaliação essa combinação de fatores é explosiva quando o assunto são infecções oculares. “A incidência de conjuntivites como a tracoma [infecção bacteriana altamente contagiosa] e herpes ocular [infecção viral] tende a aumentar nos dias mais frios”.

Na avaliação do especialista, a melhor forma de combater essas doenças contagiosas é evitar aglomerações, ventilar os ambientes e lavar as mãos com frequência. “Boa alimentação, atividades físicas regulares e ingestão de água com frequência ainda maior ajudam a proteger os olhos”, diz.

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Produtos inusitados para beleza e bem estar chamam atenção em feira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7º Congresso Internacional Consulfarma apresenta peeling com veneno de cobra a comprimido que melhora o humor

Um peeling feito a partir de veneno de cobra, um gloss inibidor de apetite e um comprimido que promete melhorar o humor em três horas. Esses são alguns exemplos dos produtos inusitados que foram expostos no 7º Congresso Internacional Consulfarma, voltado para profissionais das áreas de farmácia, medicina, nutrição e cosméticos. O evento aconteceu nos dias 5, 6 e 7 de julho, e reuniu cerca de 60 expositores no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.

Além de ter exposto produtos inusitados e que prometem ser milagrosos,  o evento possuía um espaço em que as pessoas podiam produzir o seu próprio creme hidratante: a Cosmeteria. De produtos com ação anti-idade e antioxidante à redução de celulite ou clareamento da pele, o cliente escolhia quais benefícios queria incluir no seu recipiente.

Na Cosmeteria estão reunidos os produtos mais exóticos da feira, como o chiclete da beleza. É enriquecido com 10mg de silício orgânico e promete melhorar a aparência da pele, do cabelo e das unhas. Basta mascar um por dia para os resultados aparecerem.

O peeling com veneno de cobra parece assustador, mas Maurício Pupo, presidente da Consulfarma, explica que uma das composições desse peeling é um peptídeo sintético chamado waglerina, feito na Suíça, baseado no veneno da cobra chamada wagléria, que paralisa a vítima ao picá-la. E é exatamente essa ação que esse produto tem na musculatura. Pupo ainda afirma que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) jamais permitiria que fosse usado veneno de cobra real em um cosmético. Em apenas 20 minutos o produto começa a fazer efeito, renovando a pele e disfarçando rugas, como se imitasse a ação de um botox.

Para a saúde e bem estar, há produtos como um comprimido que promete melhorar o humor em apenas três horas. Ao ingeri-lo, nosso organismo produz a serotonina. Essa reação traz uma sensação de prazer ao mesmo tempo em que reduz os níveis sanguíneos de cortisol, conhecido como o hormônio do stress.

Também há um gloss labial com inibidor de apetite que garante contribuir com a reeducação alimentar, pois sempre que a fome vier fora dos horários de refeição, o batom pode ser usado para fazer a vontade sumir. O principal componente da sua fórmula é o açúcar extraído da framboesa.

A expectativa é que essas invenções cheguem logo ao consumidor final, segundo Pupo. “Por causa do congresso, nesta segunda-feira, 09, já chegam às farmácias de manipulação. Mas só a partir de um ano, mais ou menos, as indústrias começam a fabricar, porque existe um processo mais lento em relação à industrialização por conta de alguns procedimentos como registro na Anvisa”.

Esperamos que cheguem logo às farmácias!

Fonte: Site Estadão

 

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Cerca de 50% dos pacientes não tomam os medicamentos corretamente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Principais erros são relacionados à dose ingerida e à frequência

Uma  nova pesquisa aponta que após ter alta no hospital, pacientes cardíacos cometem muitos erros em relação à administração de seus medicamentos, mesmo quando foram bem orientados pelos farmacêuticos. Embora nenhum dos óbitos dos participantes da análise tenha sido relacionado a esses erros, parte dos voluntários corria risco de vida. O estudo foi publicado no periódico Annals of Internal Medicine e conduzido no Vanderbilt University Hospital e Brigham and Women’s Hospital, nos Estados Unidos.

Para chegar a essa conclusão, os especialistas acompanharam 851 pacientes que haviam sido hospitalizados devido a problemas de coração, como falência cardíaca ou infarto. A idade média do grupo era de 60 anos. Metade deles recebeu tratamento padrão dos farmacêuticos e a outra metade contou com auxílio extra desses profissionais.

Do total, cerca de 50% cometeu um ou mais erros com a administração de sua medicação no período de um mês após a alta do hospital, independentemente de ter recebido orientações extras. Na maioria das vezes, os erros envolviam drogas para o coração, para dor, contra o colesterol, contra o diabetes e anticoagulantes. Também foram identificados erros de consumo de ervas, vitaminas e suplementos. As principais falhas foram em relação à quantia das doses, a interrupção dos medicamentos antes do prescrito, a frequência e a não seguir toda a prescrição médica.

Os resultados devem servir de alerta não só aos pacientes, mas também aos hospitais e farmácias. Estudos anteriores haviam estimado que o erro atingia apenas 20% dos pacientes. A nova pesquisa mostra que a margem de erro é muito maior. Por isso, os autores do estudo reforçam a necessidade de tirar todas as dúvidas com o médico, buscar mais informações sobre os remédios e contar com o apoio de um amigo ou familiar na própria casa para ajudar a administrar corretamente os medicamentos.

Você está exagerando no uso de remédios?

Remédios ajudam a curar doenças e a aliviar os sintomas que te derrubam uma semana inteira. Mas muitas vezes o uso é feito de uma maneira indiscriminada, o que pode não só não te ajudar, como detonar sua saúde. O médico imunologista Mauro Martins Teixeira, presidente da Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental (SBFTE) alerta para os perigos da automedicação. “O uso de medicamentos sem orientação profissional pode trazer sérios riscos à saúde, os famosos efeitos adversos”. Confira se você está cuidando adequadamente da sua saúde.

1. Dose
O principal erro que as pessoas cometem ao escolher um remédio sem auxílio de um profissional capacitado é errar a dose e não escolher a melhor medicação tanto para a doença, quanto para o próprio organismo. Esse erro pode trazer graves efeitos adversos. O clínico geral Paulo Camiz, do Hospital Israelita Albert Einstein, chama atenção ainda para os cuidados com a terceira idade. “Essa faixa etária é mais sensível à medicação e está sujeita a um conjunto maior de efeitos adversos e desfechos desfavoráveis.”

2. Automedicação
Os efeitos adversos possíveis são os mais diversos e costumam constar nas bulas, podendo levar a sérias intoxicações em casos mais graves. O imunologista Mauro explica que outro problema decorrente do mau uso de medicamentos é o “mascaramento” da doença. “A automedicação pode aliviar os sintomas, mas a causa continuará presente, ou seja, além de o problema não ser resolvido, ele pode se agravar sem que a pessoa perceba”, explica. A melhor opção é sempre procurar o médico, receber o diagnóstico correto e tomar a medicação adequadamente recomendada ou prescrita.

3. Suplementação
Mauro Teixeira explica que suplementos alimentares também devem ser usados com recomendação de um profissional da área da saúde. “Se mal usados, esses produtos podem causar constipação, dislipidemias, lesão renal e alterar os níveis de proteínas no sangue”, explica.

4. Fitoterápicos
Remédios fitoterápicos têm origem vegetal e, por isso, muitos acham que podem ser tomados sem nenhum cuidado especial. No entanto, o clínico geral Paulo Camiz explica que, se algum produto independente da sua origem (vegetal ou sintética) possui um efeito terapêutico, certamente ele também possui efeitos colaterais e interações medicamentosas. “Chamá-lo de produto ‘natural’ simplesmente dá a falsa sensação de que é isento de efeitos adversos, mas trata-se de um remédio comum”, aponta.

4. Fitoterápicos
Remédios fitoterápicos têm origem vegetal e, por isso, muitos acham que podem ser tomados sem nenhum cuidado especial. No entanto, o clínico geral Paulo Camiz explica que, se algum produto independente da sua origem (vegetal ou sintética) possui um efeito terapêutico, certamente ele também possui efeitos colaterais e interações medicamentosas. “Chamá-lo de produto ‘natural’ simplesmente dá a falsa sensação de que é isento de efeitos adversos, mas trata-se de um remédio comum”, aponta.

 

Fonte: Minha Vida

 

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Otimismo: o melhor remédio para a longevidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não é mais novidade que aliar uma alimentação balanceada a prática de exercícios físicos, fazer consumo moderado de álcool e ter pelo menos oito horas sono por dia é essencial para quem quer viver bem e mais. No entanto, pouco é comentado que ter otimismo e uma vida ativa contribuem (e muito) para ter uma vida mais longa e saudável.

Segundo estudos da Kings College University, em Londres, e da revista científica Applied Psychology: Health and Wellbeing, o segredo da longevidade está na combinação de espírito filantrópico, otimismo e vida ativa.  Algumas vezes, costuma ser mais eficiente que o uso de medicamentos. Uma matéria recente, publicada pela BBC Brasil, entrevistou duas centenárias que confessaram serem adeptas dessa combinação.

Quanto à filantropia, estudos indicam que índices de mortalidade diminuem entre os que priorizam os interesses dos outros. Já ouviu falar que fazer o bem faz bem? Pois a teoria é que dar alguma coisa a alguém pode gerar um sentimento de propósito e de valor próprio, resultando no chamado “êxtase de quem ajuda” – uma sensação física resultante da liberação de endorfinas após um ato de bondade ou generosidade. Alguns especialistas dizem que esses sentimentos podem reduzir o estresse, promover o bem-estar e fortalecer o sistema imunológico.

O especialista em envelhecimento da Kings College University, Tim Spector, diz que a diferença na forma como uma pessoa vê uma mesma situação pode ter um impacto nos genes que agem no seu cérebro, o que, por sua vez, pode alterar certas substâncias químicas e influenciar os índices de estresse. O que pode, potencialmente, ter um efeito sobre a saúde e longevidade – diz o especialista. O estudo publicado em 2011 na revista científica Applied Psychology: Health and Wellbeing, confirma essa teoria mostrando que pessoas que pensam positivo são mais felizes e consequentemente vivem mais tempo.

Aliada ao otimismo vem a opção de ter uma vida ativa. A força de vontade e a motivação podem ajudar a alcançar a longevidade. “Se você tem a força de vontade para fazer coisas, você tem uma visão otimista, de que não vai se machucar”, diz Spector. O pessimista, no entanto, vai pensar que, se fizer algo ‘perigoso’, vai correr riscos, portanto, vai ficar em casa o dia inteiro. E a ciência já demonstrou que um estilo de vida ativo é vital quando se trata de viver uma vida longa e saudável.

Uma característica que muitos centenários parecem compartilhar é o desejo de continuar vivendo. Nina Jackson, de 103 anos, desafia a velhice. “Não me sinto nem um pouco diferente, algumas vezes sinto como se tivesse 50, às vezes até mais jovem”, diz. Seu conselho a todos os pretendentes a centenários é: Adapte-se às mudanças e não fique preso no passado.

Fonte: BBC Brasil / Estadão

 

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Ômega 3 é essencial para melhor desempenho cerebral

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já não é novidade que para manter o cérebro saudável é preciso aliar o consumo de certos alimentos à prática de exercícios físicos. A adoção deste hábito pode aumentar a capacidade de memorização. Consumir frutas, verduras, carnes brancas e cereais são essenciais para cuidar da memória, inclusive para combater o mal de Alzheimer.

Segundo a nutricionista do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (HFRJ), vinculado ao Ministério da Saúde, Rosana da Silva Nunes, o cérebro precisa ser protegido e estimulado diariamente. “Além de atividades físicas, precisamos dormir bem, beber bastante líquido e ingerir alimentos funcionais, ou seja, alimentos que além de nutrir, possuam uma função no organismo”, explica.

O ômega 3, nutriente encontrado em peixes, é uma boa indicação para o bom desempenho cerebral, pois tem efeitos positivos na saúde mental, na prevenção do Alzheimer e favorece a diminuição da taxa de colesterol no sangue. O Guia Alimentar da População Brasileira, produzido pelo Ministério da Saúde, recomenda a ingestão de peixe pelo menos duas vezes por semana. Outra opção são as cápsulas de ômega 3.

Rosana explica que a estimulação do cérebro deve ser iniciada o mais cedo possível, ainda na fase da amamentação. “O leite materno é rico em ômega 3, nutriente essencial para o cérebro. Além disso, se a gestante tiver uma alimentação rica em ácido fólico, encontrados nos vegetais verdes e cereais, por exemplo, ela terá um bom desenvolvimento cerebral do feto”, ressalta a doutora.

Mudanças – Mudanças de hábito são fundamentais. Para que seu cérebro entenda estas mudanças, é preciso seguir uma rotina. De acordo com a nutricionista, quanto mais você estimulá-lo, melhor será o desempenho. “Uma alimentação saudável é o ponto principal. Iniciar e dar continuidade a esses hábitos farão toda a diferença em sua vida”, conclui.

A ingestão de alimentos provoca a produção de radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce das células. Para evitar esta produção, a nutricionista dá algumas dicas. “Precisamos consumir vitamina C, presente nas frutas cítricas e vegetais e vitamina E, encontrada no feijão e em frutos do mar, por exemplo. Uma dica de ouro seria comer uma maça por dia, pois essa frutinha estimula a memória. As frutas são alimentos perfeitos para o organismo”, explica.

Outro ponto importante é não beber líquidos durante as refeições. O recomendado é tomar água ou sucos naturais uma hora após a refeição, para ajudar na digestão. A doutora ressalta ainda que o prato deve ser o mais colorido possível, para que você possa consumir uma grande quantidade de nutrientes. “Quanto mais cores seu prato tiver, melhor. Mas lembrem-se: não repitam os mesmos alimentos todos os dias. Se hoje você comeu cenoura, rica em betacaroteno, amanhã você come um chuchu, uma hortaliça rico em vitamina A e C”.

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Cuide da saúde bucal e proteja o corpo todo

Doenças periodontais são fatores de risco para câncer e diabetes

O próprio nome já diz: peri significa ao redor, e donto, dente. Ou seja, periodontal é como chamamos a estrutura que fica ao redor do dente. Ela apresenta duas funções principais: a proteção à gengiva e a sustentação, dada principalmente pelo osso alveolar. As doenças periodontais são enfermidades de natureza infecciosa e inflamatória que têm como principal agente causador a placa bacteriana, que fica na superfície do dente e dentro do sulco da gengiva. Esta inflamação leva à destruição dos tecidos que circundam o dente, formando as bolsas periodontais, que se tornam grandes reservatórios de bactérias.

Sinais da doença

Os primeiros sinais da doença são: sangramento, inchaço e alteração de cor da gengiva, que se torna mais avermelhada. Já em uma fase mais adiantada pode ocorrer alteração na posição dos dentes, e até o seu amolecimento, que se não tratado pode ser perdido. A doença periodontal acontece na maioria das vezes sem que o indivíduo sinta dor.

Tratamento

O tratamento é a melhor forma de estabilizar a doença. Atitudes preventivas que envolvem consultas de controle e manutenção periódicas são essenciais para alcançar a saúde periodontal. Nestas oportunidades deve ser sempre reforçado o uso do fio dental, escova dental, escova interdental e escova elétrica, que farão a remoção mecânica da placa. O controle químico, através de soluções enxaguatórias para bochechos, pode ser uma alternativa auxiliar em alguma situação que limite a remoção mecânica da placa.

Relação com doenças sistêmicas

Estudos recentes têm apontado as doenças periodontais como fatores de risco para doenças sistêmicas (que atingem outros órgãos): doenças cardíacas, doenças respiratórias, diabetes mellitus, osteoporose, câncer – relação encontrada em estudo publicado em junho no British Medical Journal – e até para o nascimento de bebês prematuros e com baixo peso.

A relação da doença periodontal como fator de risco para doenças sistêmicas aconteceu ainda no final do século XIX e início do século XX. Mas agora, depois de dezenas de estudos que apontam para esta associação – seja por uma via direta, onde a bactéria da gengiva entra na corrente sanguínea e atinge outros órgãos à distância, ou por via indireta, estimulando agentes químicos da inflamação a percorrerem todo o corpo-, a comunidade científica vem pesquisando intensamente este assunto.

Ao contrário do que possa parecer, as doenças da gengiva são muito comuns na população, especialmente acima dos 40 anos. Infelizmente o diagnóstico da doença nem sempre é realizado em sua fase inicial, o que certamente torna mais difícil o tratamento e o controle da doença. Dados epidemiológicos, publicados na Revista Periodontia (2007) da Sociedade Brasileira de Periodontologia, apresentam índices de prevalência de 65 a 92% na população geral. Baseados nestes achados, muitos autores apontam a doença periodontal como a maior causa de perda de dentes na vida adulta, afetando três em cada quatro indivíduos em algum momento da vida.

Por isso que cuidar da boca não é apenas uma atenção aos dentes e gengiva, é cuidar também da sua saúde como um todo.

 

Fonte: Site Minha Vida (www.minhavida.com.br)

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Audiência pública discute volta da venda de remédios sem prescrição médica

Durante audiência pública que aconteceu na última quinta-feira, farmacêuticos e indústria divergem sobre venda de remédios fora do balcão

 

 

 

 

 

 

 

 

Na última quinta-feira, 28 de junho, aconteceu uma audiência pública que debateu a volta da venda de remédios que não exigem receita médica, ao alcance do consumidor. O debate dividiu opiniões da indústria de medicamentos e farmacêuticos.

Desde 2010, farmácias e drogarias são obrigadas a vender medicamentos isentos de prescrição médica somente atrás do balcão. Por isso, remédios deixaram de ficar expostos em gôndolas e prateleiras de livre acesso ao consumidor.

Após um estudo mostrar que a venda atrás do balcão reduz o poder de escolha do cliente na hora de comprar esses medicamentos (entre eles, antigripais e analgésicos), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) coloca em discussão o fim da obrigatoriedade. Enquanto isso, farmacêuticos defendem a manutenção da regra, pois segundo eles, o acesso livre a remédios aumenta o risco de automedicação e de intoxicações, levanto em conta que as pessoas desconhecem os efeitos colaterais à saúde e reações adversas causadas pelos medicamentos isentos de prescrição médica.

O  presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João, queixou-se que a venda de remédios sem prescrição é um retrocesso, pois se é proibida a venda em supermercados,  não faz sentido ser liberada a venda na farmácia sem orientação. A presidenta Dilma Rousseff  vetou o comércio de remédios nas prateleiras dos supermercados.

Na avaliação dos fabricantes de remédios, o brasileiro é suficientemente informado para comprar medicamento sem a ajuda do balconista ou farmacêutico. De acordo com Aurélio Saez, representante da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip), na maioria dos casos, o cliente teve orientação profissional antes de levar o produto para casa.

Técnicos da Anvisa argumentam que a influência do balconista e do atendente na decisão do consumidor dobrou após a norma entrar em vigor. A venda de remédios livres de receita indicados por um funcionário da drogaria passou de 4,6%, em 2007, para 9,3%, em 2010, conforme estudo da consultoria privada IMS Health, que avalia o mercado farmacêutico. O diretor-presidente da Anvisa Dirceu Barbano, defende que o consumidor tem encontrado dificuldade, por exemplo, em comparar preços dos produtos atrás do balcão.

Quando a norma foi aprovada, um dos argumentos da Vigilância Sanitária era coibir os casos de intoxicação. Porém, os remédios de venda livre respondem por apenas 4% dos casos de intoxicação medicamentosa no país, conforme dados da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) citados por Barbano.

Fonte: Agência Brasil / Site Estado de S. Paulo

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Hábitos saudáveis podem ajudar a diminuir necessidade de medicação

Se de vez em quando você costuma ter algumas dores como uma fisgada nas costas ou uma dor mais forte nas pernas, não é motivo de grande preocupação, a não ser que o incômodo persista ou a intensidade dessa dor cresça. Nesse caso, dois cuidados são fundamentais: buscar um especialista para descobrir qual é a origem do problema e controlar o consumo de analgésicos, evitando a dependência deste tipo de medicamento.

Segundo especialistas, o tratamento especializado para dor crônica e a mudança de hábitos ajudam a amenizá-la. As dores mais comuns afetam a coluna e a cabeça (enxaqueca). Veja abaixo dicas que podem ajudar:

 

  • Pratique exercícios físicos – As dores pelo corpo atrapalham a prática de exercícios e, num círculo vicioso, a falta de exercícios piora as dores pelo corpo.  Academia, caminhadas, dança, yoga, pilates e até serviços de casa são algumas alternativas para melhorar o condicionamento físico. O bem-estar imediato também sai ganhando, pois há liberação da endorfina enquanto você treina e esta substância é um analgésico natural do organismo, oferecendo uma sensação de relaxamento. Praticando exercícios por, pelo menos, meia hora, três vezes por semana, no período de aproximadamente dois meses, você sentirá menos dores, o que consequentemente diminui o uso de analgésicos. Porém, respeite sempre os limites do seu corpo.

 

  • Alimente-se bem – A alimentação balanceada previne sobrepeso e obesidade, protegendo as articulações da dor e do desgaste causados pelo excesso de peso. Além disso, muitos alimentos têm substâncias anti-inflamatórias, que ajudam no combate à dor. Nessa classe, destacam-se opções ricas em ômega-3 (como o azeite e os peixes de água fria) e em antioxidantes, encontrados na semente de linhaça, na uva (especialmente nas de cor escura) e no tomate, por exemplo.

 

  • Durma bem e evite a ingestão de álcool – O álcool provoca microdespertares durante a noite e não deixa que o sono REM (do inglês Rapid Eyes Movement, o sono mais profundo) chegue. Quem dorme bem, descansa e relaxa mais e, consequentemente, sente menos dores.

 

  • Controle a medicação – Os remédios usados para tratar a dor crônica são os analgésicos e os psicotrópicos, que diminuem a ansiedade e melhoram o estado de tensão permanente comum nessas condições. Apesar de seguros quando prescritos e consumidos com a orientação de um médico, esses remédios podem dar um pouco de sonolência e prisão de ventre. “Preste atenção no seu organismo, faça anotações e fale sobre elas na próxima consulta médica, assim é possível ajustar a dose ou substituir o medicamento”, afirma anestesista Fabíola Peixoto Minson, da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED).

 

  • Tenha momentos de lazer – Manter um hobby é uma alternativa para você esquecer a dor durante um tempo. O seu foco é direcionado para uma atividade prazerosa e o incômodo aparece em segundo plano, melhorando seu convívio social e até sua autoestima. A dança, em ritmos leves, por exemplo, apresenta bons resultados na melhora de pacientes com dor crônica.
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Você é ‘cybercondríaco’?

Estudos indicam os riscos de buscar diagnósticos via internet

O termo ‘cybercondria’ existe desde 2000, porém, é uma definição que ainda não consta nos dicionários. Desde 2002, o termo tem sido usado constantemente para descrever a prática de buscar constantemente ‘diagnósticos médicos’ na internet, levando a conclusões precipitadas, ou algumas vezes errôneas sobre a própria saúde.

Em maio de 2002, os cybercondríacos foram denominados “buscadores de saúde” pela pesquisa Pew Internet & American Life Project. O estudo concluiu que seis milhões de americanos entravam diariamente na rede para procurar conselho médico, porém também mostrou que apenas 2% dos cybercondríacos conheciam alguém que havia ficado mal por seguir o conselho errado na internet.

O autodiagnóstico via internet leva, normalmente, a pessoa a concluir que está pior do que seu real estado de saúde. Ao pesquisar dor de cabeça em sites de busca, as pessoas recebem quase a mesma quantidade de resultados ligando a condição a um tumor cerebral e à abstinência de cafeína. As pessoas costumam tratar os buscadores como se eles pudessem responder a todas as questões como se fossem experts no assunto.

A ‘cybercondria’ pode trazer uma preocupação desnecessária após o autodiagnóstico, além de oferecer o risco do “buscador de saúde” se automedicar e, dessa forma, prejudicar ainda mais seu atual estado de saúde. Além disso, essa hipocondria cibernética pode evoluir para uma doença que trará sintomas como a síndrome do pânico e crises de ansiedade.

O psicoterapeuta e professor da PUC-SP, Antonio Carlos Pereira, explica que o corpo reage a situações criadas pelo cérebro: toda a fisiologia pode ser afetada por ideias, daí o risco de conclusões sobre doenças baseadas na procura pela internet. “O paciente não pode procurar nada sem avaliação clínica médica, senão é induzido a comprar remédios que podem fazer mal e ocultar uma doença mais grave”, conclui Pereira.

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Estudos revelam que cálcio e vitamina D podem reduzir mortalidade até 9%

Suplementação pode aumentar expectativa de vida, comprova estudo de universidade dinamarquesa

Segundo um estudo realizado por pesquisadores da Aarhus University Hospital, na Dinamarca, idosos que ingerem quantidades maiores de vitamina D e cálcio apresentam menor taxa de morte do que aqueles que apresentam deficiência desses nutrientes. A notícia foi publicada no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism.

Oito resultados de testes sobre vitamina D envolvendo mais de 70 mil idosos foram analisados.  Os participantes foram acompanhados durante três anos, em média, e durante esse período, tomaram suplementos com quantidades entre 400 ou 800 UI de vitamina D por dia e 1.000 miligramas de cálcio.

Após os testes, foi contatado que aqueles que tomaram a suplementação de vitamina D e cálcio juntos tinham 9% menos probabilidade de morrer por qualquer causa.  Pesquisadores afirmam que a menor taxa de mortalidade não se deve apenas pela prevenção de fraturas, principal motivo que leva as pessoas a ingerirem o cálcio e a vitamina D.

Em estudos anteriores, a vitamina D já foi associada a menores riscos de vários tipos de câncer, inclusive de câncer colorretal, porém não se trata de um estudo conclusivo.  Embora seja importante e significativa a ingestão desses suplementos, pesquisadores afirmam que as quantidades de cálcio e vitamina D obtidas por meio de suplementação podem ser absorvidas normalmente pelo nosso corpo através da dieta, exposição à luz solar e atividade física. Recomenda-se agendar uma consulta com um médico especialista antes de iniciar o uso de qualquer tipo de suplementação.

O que adotar ou evitar para ter mais cálcio no organismo?

Apenas 10% da população brasileira ingere a quantidade diária de cálcio recomendada. A quantidade ideal é de 1000mg por dia, o equivalente a três copos de leite integral mais uma porção de queijo amarelo. Porém existem muitos outros fatores que influenciam a absorção do cálcio pelo organismo. Confira algumas dicas que ajudam na obtenção de cálcio:

 

- Praticar exercícios: quanto mais movimentamos nossos ossos, maior é a ativação dos osteoblastos, que são as células produtoras do osso. Além disso, a prática de atividade física também auxilia nosso corpo a absorver o cálcio que ingerimos.

- Vitamina D: a exposição ao sol ativa a vitamina D que está em nosso organismo, o que estimula a absorção intestinal de cálcio. Uma boa forma de se obter vitamina D é ficar exposto  ao sol de dez a quinze minutos, antes das 10h ou após as 16h.

- Consumir alimentos ricos em magnésio e fósforo: ingerir alimentos ricos nesses nutrientes é essencial para a absorção de cálcio e fortalecimento dos ossos. Folhas verdes escuras e as castanhas são boas fontes de magnésio. Já o fósforo é encontrado em carnes, leite e derivados.

Suplementação pode aumentar expectativa de vida, comprova estudo de universidade dinamarquesa

Segundo um estudo realizado por pesquisadores da Aarhus University Hospital, na Dinamarca, idosos que ingerem quantidades maiores de vitamina D e cálcio apresentam menor taxa de morte do que aqueles que apresentam deficiência desses nutrientes. A notícia foi publicada no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism.

Oito resultados de testes sobre vitamina D envolvendo mais de 70 mil idosos foram analisados.  Os participantes foram acompanhados durante três anos, em média, e durante esse período, tomaram suplementos com quantidades entre 400 ou 800 UI de vitamina D por dia e 1.000 miligramas de cálcio.

Após os testes, foi contatado que aqueles que tomaram a suplementação de vitamina D e cálcio juntos tinham 9% menos probabilidade de morrer por qualquer causa.  Pesquisadores afirmam que a menor taxa de mortalidade não se deve apenas pela prevenção de fraturas, principal motivo que leva as pessoas a ingerirem o cálcio e a vitamina D.

Em estudos anteriores, a vitamina D já foi associada a menores riscos de vários tipos de câncer, inclusive de câncer colorretal, porém não se trata de um estudo conclusivo.  Embora seja importante e significativa a ingestão desses suplementos, pesquisadores afirmam que as quantidades de cálcio e vitamina D obtidas por meio de suplementação podem ser absorvidas normalmente pelo nosso corpo através da dieta, exposição à luz solar e atividade física. Recomenda-se agendar uma consulta com um médico especialista antes de iniciar o uso de qualquer tipo de suplementação.

 

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