No Dia Mundial do Combate à Obesidade, conheça sete erros cometidos na luta contra a doença

No Dia Mundial do Combate à Obesidade, conheça sete erros cometidos na luta contra a doença

Confiar somente no efeito dos remédios para emagrecer é um dos maiores problemas
 

Dia 11 de outubro é o Dia Mundial de Combate à Obesidade, uma doença relacionada a muitas causas e de tratamento lento e multidisciplinar. Distúrbios alimentares, sedentarismo, disfunções hormonais ou até mesmo herança genética pode ser algumas causas.

A maior parte dos tratamentos inclui um arsenal de remédios, já que são poucos os casos em que o paciente consegue reverter o problema apenas com disciplina. Isso não significa, entretanto, que o uso de remédios anule a adoção de hábitos saudáveis.

Muita gente acha que basta controlar a medicação para que os quilos comecem a desaparecer e quando isso não acontece, vem a frustração e o abandono das consultas. O erro é comum, mas ainda existem outros. Se você já tentou emagrecer e não alcançou sua meta, veja os principais erros, apontados por especialistas, no tratamento da obesidade:

Ignorar as calorias totais da dieta

A alimentação desequilibrada é um dos principais fatores relacionados à obesidade. Quando este fator está associado ao excesso de peso, tona-se necessária a reeducação alimentar. Tudo começa estabelecendo um limite máximo de calorias que podem ser consumidas diariamente. Uma pessoa acima do peso provavelmente ingere muito mais calorias do que seu metabolismo é capaz de queimar. Para isso, procure um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio individual.

Fazer escolhas pouco saudáveis à mesa

Bobagem ficar dentro das calorias previstas para o dia se os alimentos que você consome têm valor nutricional nulo. Gorduras e açúcares são os grupos de alimentos mais presentes na alimentação do paciente com obesidade. Aprender a montar um prato colorido com muitas frutas, legumes e verduras, e uma parcela menor de carboidratos e proteínas, faz parte da reeducação alimentar. Com o tempo, os pacientes percebem que não é preciso passar fome ou comer alimentos sem graça para perder peso.

Manter o sedentarismo

Exercícios físicos são uma das principais estratégias terapêuticas não medicamentosas para combater a obesidade. Atualmente exercícios valem por remédio. O método mais eficaz para perder peso é combinar exercícios aeróbios, como a caminhada, com exercícios resistidos, com a musculação. Juntos, eles não só combatem a obesidade, como ainda ajudam no controle da síndrome metabólica e da esteatose hepática não alcoólica (acúmulo de gordura no fígado).

Perder o controle da ansiedade

A obesidade é uma doença multifatorial e, na maior parte dos casos, está ligada a disfunções emocionais. Grande parte dos pacientes sofre de ansiedade, estresse e outros problemas que podem levar à compulsão alimentar, por exemplo. Por isso, incluir um terapeuta comportamental no tratamento da obesidade pode ser fundamental para alcançar o sucesso.

Adotar outros hábitos prejudiciais

Principalmente pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica são mais propensos a adotar outros hábitos prejudiciais para compensar o prazer que deixaram de ter por não poder comer compulsivamente. É comum pacientes começarem a fumar e beber ao tentar seguir uma alimentação saudável. Por outro lado, alguns pacientes se sentem estimulados a mudar completamente de vida quando dão início ao tratamento da obesidade. Assim, começam a praticar exercícios, investem na reeducação alimentar e, de quebra, ainda adotam outros hábitos saudáveis como medida de prevenção da saúde.

Retomar os erros após a perda de peso

O paciente com tendência a ter obesidade não pode vacilar. Hábitos saudáveis adotados para perder peso devem ser mantidos mesmo após alcançar a meta. Muitos pacientes acabam retomando os quilos perdidos porque deixam a disciplina de lado com o tempo. Comer bem, praticar exercícios e fazer check-ups no médico regularmente deveriam ser regra na vida de todas as pessoas durante a vida inteira. No caso de pessoas com tendência a desenvolver a doença, entretanto, a medida se torna ainda mais relevante e não segui-la pode trazer consequências mais imediatas, como a desnutrição e a volta da obesidade.

Resistir a tratamentos mais agressivos

A cirurgia bariátrica nunca é a primeira opção de tratamento para pessoas com obesidade. Mas indivíduos com índice de massa corpórea (IMC) maior do que 40 ou com IMC maior do que 30 e tendência a desenvolver doenças associadas à obesidade, como o diabetes, geralmente recebem indicação para a intervenção cirúrgica. Isso porque, neste caso, a necessidade de perder peso é imediata. Além disso, disciplina para mudar hábitos de vida nem sempre é o suficiente para vencer essa doença crônica. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

Fonte: Minha Vida


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