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Como evitar vírus da hepatite B, hepatite C, HIV e HPV

Estima-se que 1 a cada 10 pessoas no mundo esteja contaminada com alguns desses vírus: hepatite B e / ou C, do HIV e do HPV. Um dos meios de prevenção é o uso da camisinha na relação sexual – no caso do HPV, há 70% de proteção. Os médicos alertam que, como essas doenças não têm cura, a prevenção é muito importante. Além do uso da camisinha, há também a vacinação – no caso do HPV, a vacina ainda não está disponível na rede pública; mas em relação à hepatite B, ela pode ser encontrada em qualquer posto de saúde.
Porém, para se vacinar contra a hepatite B, o paciente precisa ter até 29 anos, 11 meses e 29 dias e pertencer ao grupo de risco (gestantes, profissionais da saúde, bombeiros, policiais, manicures, índios, doadores de sangue, homossexuais, usuários de drogas, portadores de DSTs). E vale lembrar, no entanto, que a imunização só é efetiva após as três doses da vacina.

Além disso, no caso das mulheres, é importante também evitar compartilhar objetos no salão de beleza para evitar a contaminação pelo vírus da hepatite C, que pode causar câncer ou até mesmo levar ao transplante de fígado. O ideal é que cada uma leve seu próprio kit de manicure ou escolha um estabelecimento confiável – agulhas e seringas também não devem ser divididas. Mesmo com todos esses cuidados preventivos, os médicos alertaram que é sempre bom realizar exames para saber com antecedência se há algum desses problemas porque o tratamento precoce pode garantir a qualidade de vida do paciente.

Já quando se fala do HPV, o paciente pode não ter nenhum sintoma e, por isso, é recomendável que as mulheres façam o exame de papanicolau regularmente. Além disso, também é recomendável realizar exames de sangue com frequência para diagnosticar o quanto antes qualquer outra dessas doenças.
Os médicos alertam ainda que pessoas que já tiveram HPV podem voltar a ter e, nesses casos, a importância dos exames é ainda maior. A recomendação é que o papanicolau seja feito uma vez ao ano a partir do início da vida sexual – após dois resultados negativos, a mulher pode aumentar esse intervalo e se examinar a cada três anos.
Se o resultado dos exames der positivo para hepatite B, C e HIV, é importante sempre realizar um novo teste para confirmar o diagnóstico. Se confirmado, os tratamentos também estão disponíveis no Sistema Único de Saúde.
No caso da hepatite C crônica, muitas vezes o tratamento com remédio não é necessário, principalmente se o fígado estiver preservado. Porém, os pacientes não podem beber, tomar remédios sem orientação médica e, no caso das mulheres, fazer escova progressiva com formol nos cabelos. Em casos mais graves, às vezes é necessário que o paciente tome uma injeção a cada semana.
Em relação ao HIV, dependendo do estágio da infecção e das características do paciente, ele pode ter que tomar até 14 comprimidos por dia ou 420 por mês. Porém, os médicos alertaram que é possível viver bem com a doença, basta ter disciplina com o tratamento. De qualquer maneira, a dica é sempre usar a camisinha como medida de proteção.

Pesquisadores dos Estados Unidos apresentaram o que, segundo eles, é o primeiro caso documentado de “cura funcional” de uma criança infectada pelo HIV. Segundo o médico, a criança filha de uma mãe portadora do HIV geralmente é tratada apenas com um medicamento, mas nesse caso, o bebê foi tratado com três remédios.
Apesar da boa notícia para a medicina, é bom saber que a “cura funcional” significa que o vírus se mantém indetectável pelos testes clínicos padrões, mas que ainda não é possível saber se a doença se manifestará. O alerta, no entanto, vai para a importância da mãe com HIV realizar um bom pré-natal para proteger o filho.

Veja abaixo três infográficos sobre as doenças:

hpv

hepatite

aids

Fonte: Bem Estar

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Caminhada é boa opção para começar a praticar atividades físicas

Dar o primeiro passo para iniciar uma atividade física é sempre difícil, mas importante para ter qualidade de vida e uma rotina saudável. A dica dos cardiologistas é começar pela caminhada para depois conseguir correr no futuro. Porém, é preciso começar devagar para evitar lesões e dores no corpo.
Segundo cardiologistas, seja andar ou correr, qualquer exercício físico feito por, pelo menos, 30 minutos diários traz grandes benefícios para o coração. A caminhada é uma ótima opção para todos, pois não exige treinamento, técnica, equipamentos ou instrutores. Já a corrida exige avaliação médica e tem mais riscos ortopédicos e cardiovasculares.
Para quem quer começar, é importante escolher locais ao ar livre, com sombra e longes da poluição. A hidratação é extremamente importante, portanto, não se deve ficar muito exposto ao sol e sem beber água. O calçado ideal com um bom amortecedor também é essencial para prevenir lesões
A alimentação também é uma dúvida frequente de quem começa a fazer exercício. De acordo com nutricionistas, a dica principal é nunca fazer atividade física em jejum. Antes, é bom comer carboidratos em porções pequenas e, depois, proteínas e carboidratos. Treinar sem se alimentar corretamente, pode ocasionar hipoglicemia, desidratação e perder também massa magra.

Cãibras: Este problema pode ser causado pelo excesso de esforço associado à falta de preparo físico. Muitas pessoas acreditam que a principal causa da cãibra é a falta de potássio, porém, antes disso, vem a fadiga muscular. Ou seja, quando o músculo é muito exigido, mas não tem nutrientes para trabalhar, ele sofre algumas modificações estruturais que levam a uma acidose muscular. Para evitar as cãibras, especialistas recomendam tomar água de coco, comer banana e folhas verdes.
Se mesmo assim, o sintoma da cãibra persistir no meio do exercício físico, é necessário primeiro relaxar o músculo contraído e depois alongá-lo. No caso da corrida, é bom começar a diminuir o ritmo e caminhar com calma para tentar relaxar a musculatura.

Veja abaixo um infograma para quem deseja começar a praticar exercícios físicos:

exercicios

Fonte: Bem Estar

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Brasil começa a produzir medicamento para leucemia e câncer de intestino

Cerca de oito mil pacientes do SUS serão beneficiados

medicamentos

Foi recebido hoje (19) pelo ministro da saúde, Alexandre Padilha, o primeiro lote nacional do medicamento Mesilato de Imatinibe, indicado para tratamento de leucemia mieloide crônica (LMC) e estroma gastrointestinal (tumor maligno do intestino). A produção nacional do medicamento, que antes era importado, será suficiente para suprir a necessidade de todos os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), que é de, aproximadamente, oito mil pessoas hospitalizadas.
Fruto de uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP), que engloba os laboratórios públicos Instituto de Tecnologia em Fármacos/Farmanguinhos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Vital Brazil da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, além de cinco empresas privadas, o medicamento levará a uma economia de R$ 337 milhões, em cinco anos. Com a produção nacional do Mesilato de Imatinibe, o custo de um comprimido será de R$ 17,5 (100 mg) e R$ 70 (400 mg). Atualmente, o preço é de R$ 20,6 (100 mg) e R$ 82,4 (400 mg).
Hoje, os pacientes assistidos pelo SUS contam com cerca de 280 procedimentos para o tratamento de diferentes cânceres, incluindo cirurgias, medicamentos e terapias. Vale lembrar que neste ano ainda, o Ministério da Saúde aprovou o protocolo clínico para incorporação do Trastuzumabe, medicamento para combate ao câncer de mama, a partir do mês de janeiro.

Tipos de câncer
A leucemia é uma doença maligna que ataca os glóbulos brancos e tem origem desconhecida. Os principais sintomas são diminuição da produção de glóbulos vermelhos, causando anemia, dos glóbulos brancos, favorecendo infecções, e plaquetas, gerando hemorragias. Já o câncer de intestino apresenta diferentes sintomas, dependendo de onde está localizado. De modo geral, leva a alterações da regularidade de defecção, constipação e fraqueza.

Fonte: Minha Vida

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Quatro maneiras de proteger a pele do sol no verão

Nutracêuticos e roupas com filtro solar ajudam a curtir o calor sem detonar a pele
 

 Estamos no verão, estação que nos lembra praia, piscina, diversão e claro, muito sol. A luz é muito importante em nossa vida e essencial para a saúde, pois é através da exposição solar que produzimos adequadamente a vitamina D, essencial para a força de nossos ossos. Entretanto, quando esta exposição é mais intensa e prolongada, a nossa pele sofre várias consequências: formação de manchas, envelhecimento cutâneo precoce, e o mais grave, o desenvolvimento do câncer de pele. Assim há várias formas de proteção que garantirão um verão divertido, mas mantendo a beleza e saúde do maior órgão do corpo humano, a pele. A seguir falaremos sobre quatro ótimas maneiras para proteger a sua pele:

Filtro solar sempre!

O filtro ou protetor solar é a principal forma de proteger a pele adequadamente dos raios UVB (mais perigosos e responsáveis pela formação de câncer de pele) e UVA (muito relacionados com a formação de manchas, envelhecimento cutâneo e adjuvante no câncer de pele) emitidos pelo sol. Ele deve ser aplicado em todas as áreas expostas da pele 30 minutos antes de sair ao sol. O fator de proteção mínimo indicado é o FPS 30, ou seja, ele confere uma proteção 30 vezes maior que a pele sem protetor aos raios UVB; e PPD 10, uma proteção segura contra os raios UVA. A quantidade a ser aplicada é cerca de 2 mg por cm² de pele, o que equivale a uma colher de chá rasa para o rosto e medidas proporcionais para as demais áreas do corpo. Esta informação é muito importante, pois as pessoas tendem a usar uma quantidade menor do produto, o que reduz em menos da metade a sua proteção.

A reaplicação é outro ponto importante. Caso a exposição solar seja constante e prolongada, o produto deve ser reaplicado a cada duas horas, ou menos caso haja sudorese excessiva ou mergulhos no mar ou piscina. Procure usar um produto adequado para a face, geralmente menos oleoso, e outro para o corpo, evitando assim o aparecimento de acne cosmética, ou seja, espinhas que aparecem pelo uso de cosméticos inadequados para a face. Não se esqueça dos lábios e procure usar um protetor em bastão ou batom para este fim. O câncer labial ocorre por conta da exposição solar sem proteção e pode ser mais grave que o câncer de pele.

A proteção física é uma ótima aliada

Nos dias atuais dispomos da tecnologia na confecção de tecidos especiais que bloqueiam até 98% dos raios UVA e UVB. Os fios do tecido recebem banhos químicos sintéticos e de dióxido de titânio, substância presente nos protetores solares, que conferem uma ótima proteção solar. Atualmente há grande variedade de peças do vestuário que usam esta tecnologia: chapéus, bonés, camisas, luvas, etc.

Para as pessoas que querem uma proteção extra para a face e couro cabeludo, os bonés com abas largas são uma ótima pedida. Para os que fazem tratamentos clareadores das manchas das mãos, as luvas são essenciais. E ainda, para crianças ou adultos que permanecem longos períodos no mar, dificultando a reaplicação do filtro solar, as blusas de manga longa garantem a proteção necessária. Esses produtos podem ser encontrados em lojas especializadas.

Não se esqueça dos óculos de sol

Os óculos de sol têm a função principal de proteger os olhos da radiação UV, mas ainda conferem proteção adicional à região palpebral. A pele na área dos olhos é fina e mais suscetível à exposição solar, o que pode predispô-la ao envelhecimento precoce e ao câncer de pele. Mas é preciso muito cuidado na hora de adquiri-los, pois não basta que os óculos sejam escuros para conferir proteção, eles devem ter o selo que certifica a proteção contra os raios UVA, UVB e UVC em suas lentes. Comprar óculos baratos no camelô não é uma boa ideia.

 

 

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Detecção tardia do câncer de mama pode diminuir expectativa de vida

Mesmo em estágio avançado, doença deve ser tratada o quanto antes, aponta estudo
 

Diversos estudos mostram a importância da detecção precoce do câncer de mama. Se diagnosticado em estágio inicial e, claro, tratado adequadamente, as chances de sobrevivência da paciente por pelo menos cinco anos são de 98%. Agora, uma pesquisa feita por especialistas da Ohio State University Comprehensive Cancer Center, nos Estados Unidos, decidiu investigar a importância do tratamento precoce quando o câncer de mama é descoberto já em fase avançada. Os resultados foram divulgados segunda-feira (19) no Journal of Clinical Oncology.

Para isso, foram examinadas 1.786 mulheres inscritas no sistema de saúde North Carolina Medicaid diagnosticadas com câncer de mama entre janeiro de 2000 e dezembro de 2002. Todas foram acompanhadas até julho de 2006. O tempo médio entre o diagnóstico por biópsia e o início do tratamento foi de 22 dias. Do total, 66% iniciaram tratamento no prazo de 30 dias e 90% no prazo de 60 dias. Uma em 20 mulheres estudadas, entretanto, iniciou o tratamento 60 dias depois do diagnóstico.

Os dados mostraram que entre aquelas com câncer em estágio avançado, uma demora de mais de 60 dias no tratamento foi associado a um risco 85% maior de morte decorrente de problemas associados à doença. O risco de morte por outras causas, por sua vez, foi 66% maior em comparação às mulheres que começaram o tratamento antes.

 

 

 

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Raiva, preocupação e excesso de trabalho podem causar dor de cabeça

Quase 100% das mulheres e 94% dos homens têm dor de cabeça alguma vez na vida. Raiva, preocupação, falta de dinheiro, excesso de trabalho e privação de sono podem ser algumas das mais de 200 causas.

O problema também pode ser genético, por tensão muscular, tensão pré-menstrual (TPM), barulho, cheiro  ou luz forte. Quando intenso, recorrente e acompanhado de outros sintomas, é diagnosticado como enxaqueca, que geralmente vem acompanhada de enjoo, náusea, aversão a luz e som, e visões distorcidas, com flashes e aura colorida.

Médicos explicam que alimentos podem agir como um gatilho em pessoas com predisposição à dor de cabeça, mas não são uma causa. Por isso, mudar a dieta não costuma ser tão eficaz. Um indivíduo deve tomar, no máximo, um analgésico a cada dez dias, totalizando 36 no ano.

Na enxaqueca, a cabeça dói apenas de um lado e a sensação é de que ela está pulsando, latejando. Quem tem esse problema se torna mais sensível a interferências químicas e emocionais.

Pode ser por um jejum prolongado ou excesso de café. É como se o circuito elétrico cerebral entrasse em pane: as artérias se dilatam e a dor se torna insuportável.

Cada fator ativa uma área diferente do cérebro. Os hormônios acionam a glândula hipófise; a audição mexe o córtex primário; gosto, cheiro e visão estimulam a região orbitofrontal; e as emoções são respondidas no sistema límbico.

Confira o infográfico abaixo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Bem Estar

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Injeção de ‘colesterol bom’ na veia pode reduzir risco de novo infarto

Cientistas descobriram que uma substância que existe normalmente no corpo humano pode ser usada como um remédio para evitar que um paciente sofra um segundo infarto dias depois do primeiro. Essa substância é o HDL, também conhecido como “colesterol bom”, e os especialistas prepararam uma versão que pode ser injetada diretamente na veia.

Quando uma pessoa sofre um infarto, o risco de um novo ataque nos dias e semanas seguintes é muito alto. Um infarto acontece quando uma artéria que leva sangue às células do coração é obstruída. Remédios comumente usados nesse caso, como o ácido acetilsalicílico (AAS), impedem a coagulação do sangue, o que evita um novo entupimento.

No entanto, essa estratégia não elimina a causa do problema, que são as placas de colesterol acumuladas dentro das artérias. Esse colesterol acumulado é o LDL, o chamado “colesterol ruim”.

O HDL é chamado de “colesterol bom” exatamente porque tem a capacidade de retirar essas plaquetas acumuladas. Por isso, outra forma comum de combater o infarto é usar remédios que aumentam os níveis de HDL gradualmente. No entanto, esse tratamento não serve para evitar um segundo infarto em curto prazo.

Para solucionar esse problema, a equipe liderada por Andreas Gille, da farmacêutica CSL, na Austrália, criou uma forma de injetar diretamente na veia uma proteína presente no HDL, que é a responsável pela capacidade de retirar o “colesterol ruim” de dentro das artérias.

O novo medicamento ainda não está pronto para entrar no mercado, pois ainda está na primeira fase de testes. Nesses exames iniciais, feitos com 57 pacientes saudáveis, a substância conseguiu reduzir imediatamente os níveis do “colesterol ruim”, que é o objetivo do remédio.

 

Fonte: Bem Estar

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Hormônios contra envelhecimento são proibidos pelo CFM

Foi publicado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) um parecer condenando a prescrição de hormônios em tratamentos antienvelhecimento, por não haver evidências científicas de que a terapia seja eficiente.

Dentro de até dois meses, uma resolução proibindo médicos de recomendar o uso desses produtos deverá ser editada. “O Código de Ética já mostra que médicos não podem indicar terapias não comprovadas cientificamente. O que vamos fazer é deixar mais clara a proibição da indicação de hormônios”, afirmou o vice-presidente do CFM, Carlos Vital.

Nos últimos quatro anos, cinco médicos foram cassados por indicar tratamentos sem comprovação científica. No mesmo período, outros dez profissionais foram condenados a penas de suspensão e censura pública.

Entre os hormônios indicados por médicos que atuam em clínicas de envelhecimento estão melatonina, cortisol, hormônio do crescimento, progesterona e testosterona. “Os trabalhos reunidos até o momento mostram que, em pessoas saudáveis, o uso dos hormônios aumenta o risco de uma série de doenças”, afirmou a geriatra Maria do Carmo Lencastro, integrante da Câmara Técnica do CFM.

No caso do hormônio da tireoide, o uso em pessoas saudáveis pode levar ao hipertireoidismo. Já o hormônio de crescimento, quando em grandes quantidades no organismo, pode levar a problemas cardiovasculares.

Apoio. O diretor da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Salo Buskman, elogiou o parecer. “Era preocupante o crescimento da indicação das terapias ditas antienvelhecimento”, disse. Segundo ele, além de prometer algo que não há como ser alcançado, a interrupção do envelhecimento, a terapia aumenta o risco de efeitos colaterais e passa a ilusão de que o paciente está comprando saúde – o que o leva a deixar de adotar um estilo de vida saudável.

O professor da Universidade Federal da Bahia Elsimar Coutinho avalia que o CFM extrapolou suas competências. “O conselho é um órgão educativo, tem de fiscalizar a ética e não querer ensinar professores sobre o que indicar para pacientes”, reagiu. O médico, conhecido pelo uso de hormônios para mulheres pararem de menstruar, afirma não fazer tratamento antienvelhecimento. “O que tem de ser feito é reposição hormonal. Hormônio nunca rejuvenesceu.”

O parecer teve início após o médico Italo Rachid enviar para o colegiado um documento que reunia estudos comprovando a eficácia das terapias antienvelhecimento. Mas pouco mais de 1% dos trabalhos reunidos trazia estudos sobre a análise do envelhecimento e nenhum apontava benefício dos hormônios.

 

Fonte: Estadão

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Causas, sintomas e o tratamento do estresse

Na Física, o termo estresse  está relacionado à tensão e desgaste aos quais os materiais estão expostos. No corpo humano, o estresse é uma reação – física e mental – decorrente do desgaste proveniente de um esforço significativo. É o resultado da sobrecarga de ação e/ou contato com algum estimulo estressor. Quando ultrapassamos nosso limite, excedendo nossa capacidade, geramos estresse. E quando isso acontece nossas ações, respostas e comportamento ficam prejudicados. O rendimento fica abaixo do esperado. Com isso, o resultado é o desgaste físico e mental. Em geral o estresse ativa processos hormonais e nervosos que são comuns durante o estado de alerta.

Causas

O estresse pode ser causado devido a uma mudança brusca no estilo de vida. Quem tem que se adaptar de forma inesperada a uma nova situação acaba tendo que se adequar a muitos estímulos diferentes, com isso é comum ultrapassar os próprios limites e chegar à exaustão. A exposição a um determinado ambiente pode ser suficiente para levar uma pessoa a sentir-se angustiada ou mesmo estressada. O estresse passa a ser prejudicial quando o organismo é exposto a essas situações de tensão (estímulo estressor) de forma continuada, quase que ininterruptas, impedindo a recuperação e/ou o relaxamento após esse contato.

Sintomas

Os sintomas físicos são cansaço, mudança de peso, problemas constantes de saúde, principalmente nos órgãos mais frágeis, que são os primeiros a darem sinal de que as coisas não estão indo bem, dores no corpo, principalmente tensão muscular, etc.

Já os sintomas mentais são distração, dificuldade de concentração e foco de atenção, baixo rendimento nas ações antes qualificadas como fáceis, falha na memória, diminuição da qualidade de sono, impaciência, irritabilidade, depressão, ansiedade, etc.

Fique alerta

Quando uma pessoa é exposta insistentemente a situações que para ela são consideradas estressantes e cujos sintomas persistem por um longo período, a chance de problemas de saúde aumenta drasticamente. Os mecanismos de defesa do corpo passam a não responder como antes e a qualidade dessa proteção cai. Nessa fase, a possibilidade do aparecimento de doenças é grande.

Tratamento

A psicoterapia é uma excelente opção. Existem muitas teorias e formatos de tratamento. Escolher focar na solução de questões práticas e pontuais do que você precisa é uma ótima resolução para o estresse. Programação neurolinguística , hipnose, EMDR e coaching de vida são técnicas de terapia breve com foco na solução.

Dicas

  • A questão principal é a capacidade individual de adaptação aos fatores de mudança da vida. Por isso, o novo não é fator de estresse por si só, mas a forma como cada um é capaz de lidar como a própria vida faz toda diferença.
  • Não confunda ansiedade com estresse, afinal, no uso do português cotidiano é comum usar essas duas doenças como sinônimos, porém, a ansiedade é a apreensão, medo, preocupação com algo, o estresse vai alem disso.
  • É importante o diagnóstico correto feito por um profissional qualificado para que se estabeleça um tratamento especializado.

 

 

 

 

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Estresse pode desencadear surgimento de acne

Espinhas são reflexos de tensão mesmo após a adolescência
 

É comum pessoas com mais de 25 anos de idade, em especial mulheres, reclarmarem do aparecimento de espinhas mesmo sem as terem tido durante a adolescência. Uma estimativa feita pela Sociedade Brasileira de Dermatologia apontou que a causa dos problemas de pele em cada um de três pacientes é emocional – como estresse, ansiedade e depressão.

O estresse, quando é muito intenso, aumenta a produção de cortisol e estimula os hormônios androgênios, que por sua vez acionam ainda mais a glândula sebácea. A acne está associada ao estresse entre 3 e 5% dos casos.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Livre de Berlim, na Alemanha, mostrou que um hormônio (liberador da corticotropina, ou CRH) associado ao estresse, que afeta a liberação de óleos na pele, pode ser uma causa potencial de problemas cutâneos. De acordo com o estudo, além de ser produzido pelo sistema nervoso central, o CRH também é feito pelas glândulas sebáceas da pele.

O hormônio envolvido na produção de acne através do estímulo das glândulas sebáceas é o androgênio, que é masculino. Como a mulher tem pouco hormônio masculino, qualquer alteração pode estimular a glândula e provocar acne. Além de ser potencializada pelo estresse, a acne na vida adulta pode aparecer em mulheres com ovário policístico ou com alterações hormonais.

Não há diferenças entre as espinhas causadas por fatores diversos. No tratamento são usados antibióticos e retinoides. Além disso, podem ser adotados peelings e lasers.

Cuide de sua pele 

Conheça alguns cuidados básicos para se livrar ou diminuir a intensidade da acne:

  • Lave a pele suavemente e sem exagero, duas vezes ao dia, com sabão neutro. Esfregar a pele não evita acne e pode piorar o problema;
  • Evite tocar sua pele. Espremer uma espinha pode aparentar que tenha desaparecido temporariamente, no entanto, removê-la pode fazê-la ficar por mais tempo, causando inchaço, irritação e cicatrizes vermelhas ou marrons
  • Previna-se do sol. Muitas medicações para acne podem causar queimaduras em algumas pessoas. Ficar sob o sol por muito tempo pode causar rugas e aumentar o risco de câncer de pele. Faça uso de filtros sem óleo na fórmula.
  • Lave o cabelo regularmente, principalmente se os fios forem oleosos.

Fonte: Minha Vida

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