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Os 16 benefícios de beber água quente com limão

Um copo de suco de limão contém menos de 25 calorias. Ele é uma rica fonte de nutrientes, como Cálcio, Potássio, Vitamina C e fibras de pectina. Ela também tem os valores medicinais e propriedades antibacterianas. Ele também contém traços de Ferro e Vitamina A .
Limão, é uma fruta popularmente conhecida por suas propriedades terapêuticas, ajuda a manter o seu Sistema Imunológico e, portanto, protege-lo das garras da maioria dos tipos de infecções. Ele também desempenha o papel de um purificador do sangue. O Suco do Limão é considerado como um fabuloso anti-séptico e também faz maravilhas para as pessoas que têm problemas cardíacos, devido ao seu alto teor de Potássio. Assim, incluindo em sua rotina diária, um copo de água quente de limão na parte da manhã você irá desfrutar de seus benefícios para saúde. Leia mais Os 16 Benefícios de Beber Água Quente com limão.

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Os Benefícios de Beber Água Quente com limão

O Limão é uma excelente fonte de vitamina C, um nutriente essencial que protege o organismo contra as deficiências do sistema imunitário.
O Limão contêm fibra pectina que é muito benéfico para a saúde do cólon e também serve como um poderoso anti-bacteriano.
O Limão Ajuda a equilibra e manter os níveis de pH no organismo.
O Suco de limão quente no início da manhã ajuda a eliminar as toxinas.
O Limão ajuda na digestão e estimula a produção de bile.
O Limão também é uma grande fonte de ácido cítrico, de potássio, de cálcio, Fósforo e Magnésio.
O Limão ajuda a prevenir o crescimento e a multiplicação de bactérias patogênicas que causam infecções e doenças.
O Limão ajuda a reduzir a dor e inflamação nas articulações e joelhos enquanto ele se dissolve o ácido úrico.
O Limão ajuda a curar o resfriado comum.
O Alto teor de potássio no limão ajuda as células nervosas do cérebro e a nutrir.
O Limão fortalece o fígado, fornecendo energia para as enzimas do fígado, quando eles são muito diluída.
O Limão ajuda a equilibrar os níveis de cálcio e de oxigênio no fígado Em caso de azia, tomar um copo de suco de limão concentrado pode dar alívio.
O Limão é de grande benefício para a pele e evita a formação de rugas e acne.
O Limão ajuda a manter a saúde dos olhos e ajuda a luta contra problemas oculares.
O Limão Auxilia na produção de sucos digestivos.
O Suco de limão ajuda a repor os sais do corpo, especialmente depois de uma sessão de treino intenso.
O Limão por ser muito benefícios a saúde é uma boa forma de começar o seu dia com um copo de suco de limão quente. A sua limpeza e efeitos de cura terá efeitos positivos na sua saúde a longo prazo. No entanto, é muito importante notar que o sumo de limão, quando entra em contato direto com os dentes, pode estragar o esmalte dos dentes. Por isso, é aconselhável consumi-lo diluído e também lavar a boca cuidadosamente após beber suco de limão.

 

Fonte: http://www.saudedica.com.br/

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Soja: varie no consumo e recheie seu cardápio

Soja: varie no consumo e recheie seu cardápio

Farinha ou mesmo leite feito do grão podem turbinar o prato.

A soja é um grão rico em proteínas cujo cultivo começou na Ásia há mais de cinco mil anos. “Além de reduzir os níveis de colesterol LDL e aumentar o HDL, o grão também possui isoflavonas, substâncias que ajudam a atenuar os efeitos da menopausa e evitar a perda de massa óssea”, afirma o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia.

Apesar do grão de soja ser amplamente consumido, principalmente entre os vegetarianos, algumas pessoas não conhecem todo o potencial que esse alimento oferece a sua versatilidade. Veja as diferentes formas de consumir a soja e escolha sua favorita:

Grão de soja

“Um dos principais destaques da composição da soja são as isoflavonas, um fitoquímico capaz de atenuar os sintomas da menopausa por participar da produção, do metabolismo e da ação dos hormônios sexuais”, afirma o nutrólogo Roberto Navaro, da Associação Brasileira de Nutrologia. Em outras palavras, as isoflavonas atuam como um substituto desse hormônio, que sofre uma queda no climatério, e contribuem para a manutenção do equilíbrio hormonal.
A soja também é rica em proteínas, nutriente que auxilia no crescimento de crianças, na formação e manutenção dos órgãos e na cicatrização. Assim, ela pode ser um bom substituto para a carne. “Ela também é rica em fibras, por isso o seu consumo ajuda a melhorar o trânsito intestinal”, completa Roberto. Outros nutrientes presentes na soja são o fósforo, que auxilia na manutenção do cálcio nos ossos, e a vitamina K, que é necessária para o mecanismo de coagulação sanguínea.

No entanto, é preciso tomar cuidado ao consumir o grão de soja, que não pode ser ingerido cru. “A soja tem uma substância que diminui o funcionamento da glândula da tireoide, pois inibe a absorção do iodo pelo órgão”, diz o nutrólogo. Quando expões o grão a altas temperaturas, cozinhando ou aquecendo de outra forma, essa ação perde o efeito. “As farinhas e outros produtos industrializados da soja passam por aquecimento ou processo de pasteurização, sendo seguros”, conta. Dessa forma, o grão de soja pode ser preparado cozido seco ou com caldo, como feijão, e consumido quente ou frio, acompanhado de uma salada, por exemplo.

Leite de soja

Também conhecido como bebida de soja, o líquido é produzido triturando os grãos de soja misturados na água. “A soja é rica em fibras, e no leite de soja essa quantidade diminui consideravelmente, uma vez que sua estrutura é quebrada – são 1,3 gramas de fibras no leite contra 6g no grão cozido”, explica o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia. O conteúdo de proteínas é muito próximo ao da soja natural, já a quantidade de cálcio é menor, ele se concentra na fibra vegetal. “É comum os leites de soja serem enriquecidos com nutrientes, principalmente o cálcio, basta verificar a embalagem”, completa o nutrólogo.

Além disso, o leite de soja é isento de lactose, beneficiando aqueles que são intolerantes ou alérgicos à lactose, que é uma proteína do leite da vaca. “Outra vantagem do leite de soja é seu baixo teor de gordura (1,92g)”, diz a nutróloga Vivian Ferreira, da Associação Brasileira de Nutrologia. O leite de soja enriquecido com cálcio pode ser consumido todos os dias.

Tofu

Adotado como o queijo dos veganos, o tofu é a soja talhada, como se fosse um iogurte do leite da soja. “Ele tem maiores quantidades de cálcio (201 mg) e proteínas (8,19 g)”, diz o nutrólogo Roberto. Isso se deve ao fato de que a soja está mais concentrada nesse alimento. “Além disso, ele tem baixa caloria e é rico em vitaminas do complexo B”, ressalta a nutróloga Vivian. Outro ponto é o cálcio: em números absolutos, podemos dizer que uma porção de tofu tem mais cálcio que um copo de leite – entretanto, a biodisponibilidade deste é menor no derivado da soja. Isso quer dizer que, apesar de o alimento possuir grandes quantidades daquele nutriente, nosso corpo não consegue absorver.

Por ter menos gordura que o queijo ele perde em cremosidade, por isso o ideal é consumi-lo assado. “Algumas indústrias fazem o tofu em forma de creme, ficando parecido com um requeijão”, afirma Roberto Navarro, que recomenda caprichar nos temperos antes de consumir o alimento, uma vez que seu gosto não é muito aparente.
“O tofu pode ser usado em sopas, saladas e base para molhos e patês”, conta Valéria.

Farinha de soja

A farinha de soja conserva todos os nutrientes da soja, e a mesma porção acaba por ter uma quantidade maior destes, já que o alimento está triturado e concentrado. “Isso quer dizer que uma porção de farinha de soja tem mais fibras, mas também tem mais calorias e gorduras (436 calorias e 20g de gorduras)”, explica o nutrólogo Roberto. A farinha de soja pode ser usada em receitas, inclusive para aqueles que são intolerantes ao glúten, uma vez que o grão não contém a substância. “O conteúdo de uma xícara de farinha de trigo equivale, aproximadamente, a 3/4 de xícara farinha de soja”, afirma a nutricionista Vivian.

Proteína texturizada da soja

Também conhecido como carne de soja, a proteína texturizada da soja é fabricada a partir da farinha de soja desengordurada, que é submetida a um tratamento térmico, no qual ocorrem mudanças em sua estrutura química e física. “Esse processo aumenta o aporte proteico do alimento (58g por porção) e diminui as quantidades de gorduras totais (0,46g)”, afirma o nutrólogo Roberto. O melhor jeito de consumir a proteína de soja é hidratada e cozida, dando um aspecto de carne bovina. Pode ser temperada com ervas ou o caldo que sobra do cozimento de outros pratos, por exemplo.

Soja torrada

O grão de soja torrado e temperado, muitas vezes vendido em saquinhos de pequenas porções, é uma opção para lanche. “O problema é que a versão industrializada está acrescida de sódio, porque vem temperada”, afirma o nutrólogo Roberto. Se você fizer caseiro é mais saudável, pois o valor nutricional é conservado e as calorias não sofrem alteração significativa. “Entretanto, nunca frite a soja em vez de torrá-la, pois você acresce gordura à porção.”

Óleo de soja

Esse produto é resultando da extração de gordura poli-insaturada da soja, que vem acompanhada de grandes quantidades de vitamina E. “A proporção de ômega 6 no óleo de soja é maior que a de ômega 3″, afirma Roberto Navarro. Entretanto, segundo os nutricionistas, esse não é o melhor óleo para se incluir na dieta, uma vez que ele é pobre em outros nutrientes, e aqueles que restam podem ser perdidos quando a gordura é exposta a altas temperaturas. “A recomendação é consumir entre uma e duas colheres de óleo soja por dia no máximo, mas sempre preferindo utilizar outros óleos, como o azeite”, diz.

Soja verde

“É um alimento rico em proteínas, vitaminas A B e C, ácido fólico, cálcio, ômega 3 e isoflavonas”, afirma a nutróloga Vivian. Também conhecida como edamame, a soja verde é amplamente consumida no Japão. O grão é encontrado dentro de vagens, que são descartadas para o consumo. No Brasil, a soja verde pode ser encontrada em supermercados e até no cardápio de alguns restaurantes e bares. “Entretanto, o ideal é consumi-la como um lanche ou acompanhando o resto do prato, evitando o consumo de bebida alcoólica”, alerta o nutrólogo Roberto.

Soja preta

Apesar de não ser muito diferente da soja amarela em quantidade de nutrientes, a soja preta tem um ponto de destaque – ela é rica em antioxidantes, principalmente as antocianinas. “Elas são consideradas o maior e o mais importante grupo de pigmentos solúveis em água, encontrada em plantas e amplamente consumidas em vegetais, frutas e vinho tinto”, explica a nutróloga Vivian. As antocianinas, bem como outros flavonoides, protegem nosso organismo de doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, inflamações, infecções virais e obesidade. De acordo com uma tese da bromatóloga Diana Figueiredo de Rezende, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), a soja preta apresentou atividade antioxidante 50 a 70% maior que a amarela.

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Alimentação correta antes do exercício físico faz toda a diferença

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Engana-se quem acha que pode obter bom resultado ao se exercitar sem se preocupar com a alimentação – ou até mesmo ficar em jejum antes de um treino. Uma boa dieta faz toda a diferença. Seja para melhorar o preparo físico, pois se a pessoa comer direito pode perder gordura extra, ou seja na recuperação do corpo depois de muita malhação.

Assim, a ideia muito difundida de que treinar em jejum ajuda a perder peso é puro mito. De acordo com a nutricionista Rubia Maciel, da Natue, essa prática embora possa até fazer perder peso, gera prejuízos enormes para a saúde.

“A pessoa perde peso até, mas os quilos perdidos não são da gordura, e sim do músculo. Sem a alimentação adequada, o organismo não tem energia para praticar a atividade, e, como os músculos e os órgãos vão precisar de uma fonte de energia, o corpo retira isso do músculo”, explica, ressaltando que o ideal é que se faça um lanche leve para a pessoa não se sentir pesada.

Antes do treino, o ideal é escolher alimentos com baixo índice glicêmico, como pães integrais, cereais, batata doce ou frutas. Estes alimentos têm digestão mais lenta, portanto o açúcar será liberado no organismo aos poucos, mantendo a energia constante.

A batata-doce é considerada um ótimo carboidrato para quem pratica exercícios, e deve ser consumida antes do treino

“Alimentos com alto índice glicêmico, como pão branco, bolachas, açúcar refinado, bolos e tortas, podem levar a sintomas de hipoglicemia, que é a queda brusca de açúcar. Eles são rapidamente digeridos e o açúcar vai entrar rapidamente no sangue”, explica a nutricionista Karina Valentim, da PB Consultoria em Nutrição.

“A média ideal de carboidrato que a refeição deve conter é de 25 a 30 gramas, mas isso depende muito do tipo de exercício que a pessoa vai fazer”, explica.

Segundo Karina, os sinais da hipoglicemia são tontura, fadiga, tremores e dores de cabeça durante o exercício. “O ideal, então, é consumir alimentos de baixo ou médio índice glicêmico de 1 hora a 40 minutos antes do treino”, explica.

Karina recomenda evitar a associação de muitos alimentos ricos em fibras, pois elas podem fermentar e causar desconforto abdominal durante o exercício.

Depois do treino: melhor escolher as proteínas

Depois do treino, o alimento ideal para recuperar a massa muscular perdida durante o exercício é a proteína. Mas ela não deve vir sozinha: “A refeição deve conter uma quantidade menor de carboidrato a fim de recuperar o glicogênio muscular (combinação de moléculas de glicose que liberam energia para os músculos durante o exercício) utilizado durante o exercício”, explica Karina. Com isso, é possível prevenir lesões e melhorar o rendimento no treino seguinte.

Alimentos protéicos como peito de peru, queijo branco, ricota, cottage, iogurte, leite, carnes magras e soja desempenham essa função com maestria.

A nutricionista também recomenda que os alimentos sejam consumidos em até uma hora após o treino. “Estudos científicos mostram que esse é o tempo em que o organismo estará apto a recuperar o que foi usado durante o exercício”, explica.

Fonte: http://saude.ig.com.br

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Aproveite o inverno para deixar a sua sopa ainda mais nutritiva

Ela pode continuar saborosa com ingredientes mais saudáveis.

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Temperos prontos
Eles podem até ser práticos, mas têm pouquíssimos nutrientes. Segundo explica a nutricionista Daniela Cyrulin, de São Paulo, “tanto os caldos quanto os temperos prontos têm grande quantidade de sódio e gordura, podendo agravar doenças cardiovasculares”. Portanto, vale a pena gastar alguns minutinhos a mais no preparo e no cozimento para que a sopa fique realmente nutritiva.

Valor nutricional dos ingredientes
“É inevitável que alguns vegetais percam parte de seu valor nutricional ao serem adicionados à água fervente da sopa”, conta Amanda Epifanio Pereira, nutricionista do Citen (Centro Integrado de Terapia Nutricional). Por isso, é fundamental não desprezar o caldo, que concentra boa parte dos nutrientes.

Outra dica que a nutricionista sugere é evitar preparar sopas cremosas à base de leite com carne. Isso porque o cálcio presente no leite interage com o ferro da carne, formando um complexo que o corpo humano não consegue absorver.

Sopas para bebês
Sopas são pratos típicos da dieta do bebê. Por isso, evite bater tudo no liquidificador, fazendo com que os ingredientes percam parte de seus nutrientes. A chef de cozinha e professora de gastronomia Cristine Maccarone sugere outro método: “O ideal é que a sopa seja passada pela peneira, pois ela continuará contendo pedaços sólidos e ainda estimulará a mastigação da criança”.

Modo de preparo
De acordo com a chef Cristine, bater alimentos no liquidificador faz com que eles percam parte de suas fibras. A porcentagem não é alarmante, mas, afinal, não custa nada evitar.

Por outro lado, não adianta sair picando tudo de qualquer jeito. A nutricionista Amanda alerta que quanto menor o tamanho dos alimentos, mais nutrientes eles perdem para o caldo. Assim, ela sugere que os legumes sejam cortados em pedaços maiores para poupar alguns nutrientes e as carnes em pedaços pequenos para melhorar a qualidade do caldo da sopa.

Congelamento
Há pessoas que preparam sopas em larga escala e aproveitam para congelar o que não consumiram no mesmo dia. O problema é que as etapas de congelamento e descongelamento da comida fazem com que ela vá perdendo seus nutrientes a cada novo processo.

Ainda assim, convenhamos, poucas pessoas têm tempo e disposição para preparar um novo prato todos os dias. É aí que vem a boa notícia. “Mesmo após o descongelamento, o valor nutricional da sopa permanece superior aos dos pratos prontos congelados, sopas industrializadas e fast-food”, explica a nutricionista Amanda Epifanio.

Uma dica para evitar uma perda significativa do valor nutricional da sopa é congelar o que sobrou em pequenos potes que contenham o equivalente ao que você consome em uma refeição. Assim, o que for esquentado será utilizado de uma só vez.

Ingredientes mais que bem-vindos
Sopas bastante nutritivas devem conter itens de todos os grupos alimentares: proteínas magras, como peito de frango e peixe; carboidratos, como batata e macarrão; verduras e legumes, como lentilha e ervilha; grãos integrais e cereais, como arroz e aveia; e temperos, como salsão, para diminuir a inclusão de sal.

Sopa milagrosa
Algumas sopas têm ingredientes que contribuem no combate a gripes e resfriados, conta Daniela. Uma delas é a canja de galinha. Isso porque, ao ser aquecida, a carne de galinha libera um aminoácido parecido com o princípio ativo usado em xaropes expectorantes, ajudando na fluidificação e na eliminação do catarro.

É bom evitar
Alguns alimentos podem até dar um toque saboroso à sopa, mas, se possível, devem ser evitados. Dois deles são queijos e creme de leite. “Eles adicionam gorduras saturadas, que são maléficas, diminuem o valor nutricional do prato e ainda aumentam as suas calorias”, alerta Amanda.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/

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Substitua os alimentos refinados por integrais e mantenha uma dieta equilibrada.

Os alimentos refinados e integrais têm praticamente o mesmo valor calórico, mas há uma grande diferença nas propriedades nutricionais de cada um deles.
Os integrais têm muito mais nutrientes, minerais e fibras e podem reduzir o risco de doenças do coração, AVC, infarto, diabetes, obesidade e até mesmo câncer.
O valor nutricional do integral é maior porque, durante o processo de refinamento dos alimentos, grande parte dos nutrientes é perdida – principalmente no caso do farelo e do gérmen (trigo), que são retirados nesse procedimento. Por isso, uma alimentação com integrais é muito mais saudável e nutritiva do que uma alimentação com refinados.

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Fonte: Bem Estar

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Anvisa estabelece novos critérios para dados nutricionais nos rótulos de alimentos

Novas regras para que produtos possam conter textos como “light” e “sem açúcar” vão valer a partir de 2014
 

Segundo resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada dia 13 de Novembro no Diário Oficial da União (DOU), informações nutricionais presentes em rótulos de alimentos – como “light”, “rico em”, “fonte de” e “não contém” – deverão seguir novos critérios a partir de 1º de janeiro de 2014. As novas regras vão ajustar os regulamentos do Brasil aos do Mercosul e, assim, facilitarão o comércio entre os países.

Uma das medidas da Anvisa determina que a expressão light só poderá ser empregada em alimentos que apresentarem redução de algum nutriente em comparação com uma versão convencional do mesmo produto. Antes dessa resolução, o termo podia ser aplicado em alimentos com baixo teor de algum nutriente – mas não necessariamente um teor menor do que o produto de referência.

A publicação também determinou que, para um alimento ter em seu rótulo a informação de que é rico em alguma proteína, ele deve atender a um critério mínimo de qualidade. Essa alteração poderá proteger o consumidor de práticas enganosas, como o rótulo ter a informação de que o produto é rico em proteína, mas ser um alimento incompleto e de baixa qualidade.

A Anvisa também decidiu alterar o cálculo que determina se as informações nutricionais podem ser veiculadas. Atualmente, para que um produto possa exibir o texto “sem açúcar” em seu rótulo, por exemplo, não pode ter mais do que 0,5 gramas de açúcares em 100 gramas ou 100 mililitros do alimento. A partir de 2014, essas informações deverão ser estipuladas com base na porção do alimento. No caso do açúcar, portanto, o alimento não poderá ter mais do que 0,5 gramas por porção completa.

Foram criadas também oito novas alegações nutricionais, cada uma com seus critérios para aparecer nos rótulos. São elas: “não contém gorduras trans”, “fonte de ácidos graxos ômega 3″, “alto conteúdo de ácidos graxos ômega 3″, “fonte de ácidos graxos ômega 6″, “alto conteúdo de ácidos graxos ômega 6″, “fonte de ácidos graxos ômega 9″, “alto conteúdo de ácidos graxos ômega 9″ e “sem adição de sal”.

A norma não inclui alimentos para “fins especiais”, que são aqueles especialmente formulados ou processados, com modificações no conteúdo de nutrientes. Esses alimentos são, geralmente, direcionados a pessoas com dieta diferenciadas, com necessidades específicas de condição metabólica e fisiológica – como produtos com restrição de sódio, gordura e proteínas.

Traduza os rótulos e escolha bem os alimentos

É só começar a dieta que muita gente não hesita em encher o carrinho de compras com produtos light. Desse jeito, é fácil errar a mão, ignorando até mesmo as quantidades das porções. Entenda como são feitas hoje as determinações para produtos light, diet ou rico em algum nutriente e faça a comparação:

Diets

Diet é aquele produto que indica em sua embalagem a ausência total de algum nutriente ou ingrediente, que pode ser o açúcar, o sal, a gordura, a lactose, entre outros. A escolha do “diet” deve variar conforme a necessidade de cada pessoa. Produtos específicos para diabéticos devem ser totalmente isentos de açúcar, por exemplo.

Lights

Já os alimentos classificados como “light” têm uma redução de pelo menos 25% da quantidade de um determinado elemento de sua composição em relação ao alimento tradicional. “São aqueles com baixo teor de componentes – sódio, açúcares, gorduras, colesterol – e/ou calorias, ou seja, não são isentos totalmente como os diet”, explica Camila. No entanto, a redução calórica pode ser muito pequena e o sabor pode ser compensado aumentando a quantidade de outros pontos da composição.

 

 

 

 

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No Dia Mundial do Combate à Obesidade, conheça sete erros cometidos na luta contra a doença

Confiar somente no efeito dos remédios para emagrecer é um dos maiores problemas
 

Dia 11 de outubro é o Dia Mundial de Combate à Obesidade, uma doença relacionada a muitas causas e de tratamento lento e multidisciplinar. Distúrbios alimentares, sedentarismo, disfunções hormonais ou até mesmo herança genética pode ser algumas causas.

A maior parte dos tratamentos inclui um arsenal de remédios, já que são poucos os casos em que o paciente consegue reverter o problema apenas com disciplina. Isso não significa, entretanto, que o uso de remédios anule a adoção de hábitos saudáveis.

Muita gente acha que basta controlar a medicação para que os quilos comecem a desaparecer e quando isso não acontece, vem a frustração e o abandono das consultas. O erro é comum, mas ainda existem outros. Se você já tentou emagrecer e não alcançou sua meta, veja os principais erros, apontados por especialistas, no tratamento da obesidade:

Ignorar as calorias totais da dieta

A alimentação desequilibrada é um dos principais fatores relacionados à obesidade. Quando este fator está associado ao excesso de peso, tona-se necessária a reeducação alimentar. Tudo começa estabelecendo um limite máximo de calorias que podem ser consumidas diariamente. Uma pessoa acima do peso provavelmente ingere muito mais calorias do que seu metabolismo é capaz de queimar. Para isso, procure um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio individual.

Fazer escolhas pouco saudáveis à mesa

Bobagem ficar dentro das calorias previstas para o dia se os alimentos que você consome têm valor nutricional nulo. Gorduras e açúcares são os grupos de alimentos mais presentes na alimentação do paciente com obesidade. Aprender a montar um prato colorido com muitas frutas, legumes e verduras, e uma parcela menor de carboidratos e proteínas, faz parte da reeducação alimentar. Com o tempo, os pacientes percebem que não é preciso passar fome ou comer alimentos sem graça para perder peso.

Manter o sedentarismo

Exercícios físicos são uma das principais estratégias terapêuticas não medicamentosas para combater a obesidade. Atualmente exercícios valem por remédio. O método mais eficaz para perder peso é combinar exercícios aeróbios, como a caminhada, com exercícios resistidos, com a musculação. Juntos, eles não só combatem a obesidade, como ainda ajudam no controle da síndrome metabólica e da esteatose hepática não alcoólica (acúmulo de gordura no fígado).

Perder o controle da ansiedade

A obesidade é uma doença multifatorial e, na maior parte dos casos, está ligada a disfunções emocionais. Grande parte dos pacientes sofre de ansiedade, estresse e outros problemas que podem levar à compulsão alimentar, por exemplo. Por isso, incluir um terapeuta comportamental no tratamento da obesidade pode ser fundamental para alcançar o sucesso.

Adotar outros hábitos prejudiciais

Principalmente pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica são mais propensos a adotar outros hábitos prejudiciais para compensar o prazer que deixaram de ter por não poder comer compulsivamente. É comum pacientes começarem a fumar e beber ao tentar seguir uma alimentação saudável. Por outro lado, alguns pacientes se sentem estimulados a mudar completamente de vida quando dão início ao tratamento da obesidade. Assim, começam a praticar exercícios, investem na reeducação alimentar e, de quebra, ainda adotam outros hábitos saudáveis como medida de prevenção da saúde.

Retomar os erros após a perda de peso

O paciente com tendência a ter obesidade não pode vacilar. Hábitos saudáveis adotados para perder peso devem ser mantidos mesmo após alcançar a meta. Muitos pacientes acabam retomando os quilos perdidos porque deixam a disciplina de lado com o tempo. Comer bem, praticar exercícios e fazer check-ups no médico regularmente deveriam ser regra na vida de todas as pessoas durante a vida inteira. No caso de pessoas com tendência a desenvolver a doença, entretanto, a medida se torna ainda mais relevante e não segui-la pode trazer consequências mais imediatas, como a desnutrição e a volta da obesidade.

Resistir a tratamentos mais agressivos

A cirurgia bariátrica nunca é a primeira opção de tratamento para pessoas com obesidade. Mas indivíduos com índice de massa corpórea (IMC) maior do que 40 ou com IMC maior do que 30 e tendência a desenvolver doenças associadas à obesidade, como o diabetes, geralmente recebem indicação para a intervenção cirúrgica. Isso porque, neste caso, a necessidade de perder peso é imediata. Além disso, disciplina para mudar hábitos de vida nem sempre é o suficiente para vencer essa doença crônica. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

Fonte: Minha Vida

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Dieta com antioxidantes traz benefícios a saúde e a beleza

Uma dieta que promete evitar a queda de cabelo, fortalecimento das unhas e retardamento do envelhecimento pode parecer milagre. No entanto, especialistas garantem que alimentos que possuem antioxidantes podem trazer esses benefícios.

Antioxidantes são moléculas que funcionam como defesa do organismo e neutralizam os radicais livres, substâncias que são produzidas em excesso por causa do estresse, da radiação solar, da poluição, do hábito de fumar e até da alimentação ruim. Essa produção excessiva de radicais livres pode destruir as células e causar danos à saúde, como diabetes e infertilidade, e também danos estéticos, como acne, celulite, estrias e rugas.

Para evitar que isso aconteça e combater esses radicais livres, o corpo produz naturalmente moléculas antioxidantes, mas esses benefícios podem ser adquiridos também através da alimentação.  Alguns antioxidantes, por exemplo, são produzidos após a ingestão de alimentos fontes de manganês (cereais integrais, folhas verdes e chás), cobre (nozes) e zinco (sardinha, aveia, carnes e leguminosas).

Mascar cravo também tem ação antioxidante porque os princípios ativos são absorvidos pela mucosa da boca e podem fazer bem à saúde. Além do cravo, outros alimentos também têm esses benefícios, como canela, açafrão, páprica, cominho, açaí, morango, abacate, laranja, uva, acerola, caju e até o chocolate. Temperos como alecrim, manjericão e orégano também são benéficos. Para ter resultado, é preciso comer esses alimentos, no mínimo, uma vez a cada dois dias.

Suco antioxidante

Confira uma receita que tem ingredientes com alto poder antioxidante.

O suco antioxidante pode ser consumido todos os dias e tem frutas vermelhas misturadas com alguns alimentos que podem trazer benefícios para a saúde.

Bata uma polpa congelada de frutas vermelhas com os ingredientes abaixo:
1 colher de café de cravo em pó
1 colher de cacau em pó
1 colher de chá de mel
1 colher de chá de gérmen de trigo
200 ml de água filtrada

 

Chia emagrece?

Apesar da dieta com antioxidantes parecer milagre, não é tão fácil. A semente de chia, por exemplo, apesar de ser uma fonte de fibras e proteína e dar a sensação de satisfação, sozinha não ajuda a perder peso.

O grão aumenta a saciedade porque, em contato com líquido, incha. Por isso, ela pode trazer benefícios para a dieta por ser nutritiva e por fazer a pessoa comer menos. Mas vale lembrar que o que importa é a alimentação no geral, ou seja, a pessoa não pode achar que comendo apenas a chia vai perder peso.

A chia pode ajudar se toda a dieta for controlada diariamente. Nesse caso, a dica é acrescentar os grãos na alimentação e misturá-los aos alimentos, como na salada, por exemplo.

 

Fonte: Site Bem Estar

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Conheça dietas que ajudam a prevenir doenças crônicas

A Dieta DASH e a Dieta do Mediterrâneo auxiliam na prevenção de doenças cardiovasculares

As doenças crônicas, principalmente as cardiovasculares, como a doença das artérias coronárias, a diabetes, o colesterol alto e o derrame, têm matado milhares de pessoas da população mundial. Algumas dessas doenças dependem da alimentação para que haja uma prevenção.

Em entrevista concedida a Rádio Estadão ESPN, o cardiologista e clínico geral Carlos Alberto Pastore afirmou que uma pesquisa sobre saúde e nutrição, realizada nos Estados Unidos, apontou que 70% da população norte-americana é obesa e consome menos de 30% do que deveria de frutas e verduras. A maior parte dos entrevistados nunca foi orientada por uma nutricionista.

Muitas vezes, durante uma consulta, o cardiologista se preocupa em explicar ao paciente os fatores da doença e medicá-lo, e acaba deixando de lado a orientação sobre a dieta. Portanto, de acordo com Pastore, é aconselhável que esse paciente procure a ajuda de uma nutricionista que recomende qual é a alimentação adequada para ele.

O médico revela que existem dietas antigas e interessantes que talvez muitas pessoas ainda desconheçam e que ajudam a prevenir as doenças crônicas. Confira:

  • Dieta DASH: do inglês “Dietary Approach to Stop Hypertension”(em português, abordagens dietéticas para parar a hipertensão), auxilia na redução da pressão alta. A dieta trabalha com uma alimentação com baixo teor de gordura total e saturada e grande consumo de frutas, legumes, verduras e grãos integrais, além de aves e peixes. É reduzido o consumo de carne vermelha, doces e produtos com adição de açúcares.
  • Dieta do Mediterrâneo (europeia): baseada na dieta dos países próximos do Mediterrâneo, que tem o azeite de oliva como principal fonte de gordura, se caracteriza pela abundância de alimentos como pão, massas, verduras, saladas, legumes, frutas e frutas secas, moderado consumo de pescado, aves, produtos lácteos e ovos, pequenas quantidades de carnes vermelhas e pequenas ou moderadas quantidade de vinho, consumidas normalmente durante as refeições. Essa dieta tem prevenido doenças cardiovasculares e infartos.

Fonte: Rádio Estadão ESPN

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Perca barriga substituindo o pão francês de forma criativa

Sete alternativas diferentes dão a sua dieta de energia, força na digestão e nutrientes
 

Muitas pessoas acham que se ele fica de fora, o café da manhã e o lanche da tarde perdem a graça. Fácil de combinar, barato e gostoso, ‘ele’, o pão francês é uma ótima fonte de carboidratos para a dieta. Porém, nem sempre, essa delícia cabe na sua cota de calorias, portanto é necessário fazer substituições que não prejudiquem a alimentação.

Cada unidade de pão francês tem, aproximadamente, 150 calorias. É possível pensar em muitas opções nutritivas e saborosas que permanecem nesta faixa. No entanto, se você não quer abrir mão do pão, existem outras alternativas. Confira sete dicas de uma equipe de especialistas para incrementar seu cardápio com sugestões cheias de energia, saudáveis e gostosas:

Tapioca com recheio leve 
A massa ou ‘biju’, como é chamado em alguns estados, é feita à base de farinha de polvilho e água, fornecendo os carboidratos necessários para uma refeição. Para não fugir da dieta, basta escolher um recheio light, como ricota e blanquet de peru. Queijos amarelos devem ficar de fora, eles são fonte de muita gordura e, portanto, de calorias.

Cereal de flocos integrais de milho com leite
Os cereais, assim como o pão francês, são fontes de energia. Para adicionar mais nutrientes à sua refeição, o ideal é buscar versões integrais dos grãos, mais nutritivas por conter substâncias como antioxidantes, vitaminas, minerais, fibras, proteínas e lipídios, além dos carboidratos. A combinação deste cereal com o cálcio do leite é um substituto ideal para o pãozinho.

Pão de centeio
Uma boa variação do pão francês é o pão de centeio, feito com farinha integral e rico em minerais, complexo B e fibras alimentares, que ajudam na regulação da função digestiva – benefício mal atendido pelo pão francês, que só fornece carboidratos (nutriente transformado em energia para as atividades diárias). A receita básica do pãozinho é à base de farinha branca e quase não contém fibras. Ao ser ingerido, ele aumenta a glicemia (açúcar no sangue), estimula a liberação de insulina e, com o tempo, esse mecanismo acaba se refletindo em acúmulo de gordura corporal.

Aveia batida com leite e frutas 
A aveia é fonte de fibras e alguns estudos mostraram que ela traz benefícios ao coração se consumida regularmente. Duas colheres de sopa do grão é a quantidade ideal. As frutas completam essa vitamina, acrescentando um sabor especial e várias vitaminas.

Iogurte natural com granola 
O iogurte natural é rico em vitaminas, como vitamina A e as vitaminas do complexo B. Além disso, é uma grande fonte de cálcio e não contém glúten, e vai bem misturado comgranola. Esse mix traz cereais diversos, castanhas e frutas secas – a versão light, sem açúcar, é ainda mais indicada para quem quer emagrecer. Dentre as castanhas, geralmente estão incluídas castanha-do-pará e castanha de caju, fontes de antioxidantes (substâncias que, que ajudam a retardar o envelhecimento). Das frutas secas, uva passa, banana passa e maçã são as mais comuns. A granola oferece os mesmos carboidratos do pãozinho, mas com benefícios extras de com fibras e vitaminas. Meia xícara de chá é a quantidade ideal a ser consumida por refeição.

Vitamina de aveia, linhaça e leite 
A receita traz nutrientes poderosos. O leite é fonte de cálcio, mineral indispensável à boa saúde dos ossos. Opte pelo leite desnatado, com menos gorduras que o integral. Uma colher de sopa de aveia e outra de linhaça completam a mistura rica ômega 3, nutriente que retarda o envelhecimento.  As fibras solúveis são ideais para controlar os níveis de colesterol, além da função digestiva.

Muesli
O muesli é um cereal de origem suíça que reúne flocos de aveia crus, frutas e frutos secos. Há dois tipos: o muesli fresco e o seco. O seco é uma mistura de aveia e pedacinhos de frutas desidratadas, nozes e sementes. Já o fresco é uma mistura de aveia macerada em água ou sucos de fruta, misturado com frutas frescas picadas. Ele contém uma grande variedade de nutrientes, como fibras e vitaminas, e pode ser consumido com leite, frutas ou iogurte natural.

Fonte: Minha Vida

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