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Quatro maneiras de proteger a pele do sol no verão

Nutracêuticos e roupas com filtro solar ajudam a curtir o calor sem detonar a pele
 

 Estamos no verão, estação que nos lembra praia, piscina, diversão e claro, muito sol. A luz é muito importante em nossa vida e essencial para a saúde, pois é através da exposição solar que produzimos adequadamente a vitamina D, essencial para a força de nossos ossos. Entretanto, quando esta exposição é mais intensa e prolongada, a nossa pele sofre várias consequências: formação de manchas, envelhecimento cutâneo precoce, e o mais grave, o desenvolvimento do câncer de pele. Assim há várias formas de proteção que garantirão um verão divertido, mas mantendo a beleza e saúde do maior órgão do corpo humano, a pele. A seguir falaremos sobre quatro ótimas maneiras para proteger a sua pele:

Filtro solar sempre!

O filtro ou protetor solar é a principal forma de proteger a pele adequadamente dos raios UVB (mais perigosos e responsáveis pela formação de câncer de pele) e UVA (muito relacionados com a formação de manchas, envelhecimento cutâneo e adjuvante no câncer de pele) emitidos pelo sol. Ele deve ser aplicado em todas as áreas expostas da pele 30 minutos antes de sair ao sol. O fator de proteção mínimo indicado é o FPS 30, ou seja, ele confere uma proteção 30 vezes maior que a pele sem protetor aos raios UVB; e PPD 10, uma proteção segura contra os raios UVA. A quantidade a ser aplicada é cerca de 2 mg por cm² de pele, o que equivale a uma colher de chá rasa para o rosto e medidas proporcionais para as demais áreas do corpo. Esta informação é muito importante, pois as pessoas tendem a usar uma quantidade menor do produto, o que reduz em menos da metade a sua proteção.

A reaplicação é outro ponto importante. Caso a exposição solar seja constante e prolongada, o produto deve ser reaplicado a cada duas horas, ou menos caso haja sudorese excessiva ou mergulhos no mar ou piscina. Procure usar um produto adequado para a face, geralmente menos oleoso, e outro para o corpo, evitando assim o aparecimento de acne cosmética, ou seja, espinhas que aparecem pelo uso de cosméticos inadequados para a face. Não se esqueça dos lábios e procure usar um protetor em bastão ou batom para este fim. O câncer labial ocorre por conta da exposição solar sem proteção e pode ser mais grave que o câncer de pele.

A proteção física é uma ótima aliada

Nos dias atuais dispomos da tecnologia na confecção de tecidos especiais que bloqueiam até 98% dos raios UVA e UVB. Os fios do tecido recebem banhos químicos sintéticos e de dióxido de titânio, substância presente nos protetores solares, que conferem uma ótima proteção solar. Atualmente há grande variedade de peças do vestuário que usam esta tecnologia: chapéus, bonés, camisas, luvas, etc.

Para as pessoas que querem uma proteção extra para a face e couro cabeludo, os bonés com abas largas são uma ótima pedida. Para os que fazem tratamentos clareadores das manchas das mãos, as luvas são essenciais. E ainda, para crianças ou adultos que permanecem longos períodos no mar, dificultando a reaplicação do filtro solar, as blusas de manga longa garantem a proteção necessária. Esses produtos podem ser encontrados em lojas especializadas.

Não se esqueça dos óculos de sol

Os óculos de sol têm a função principal de proteger os olhos da radiação UV, mas ainda conferem proteção adicional à região palpebral. A pele na área dos olhos é fina e mais suscetível à exposição solar, o que pode predispô-la ao envelhecimento precoce e ao câncer de pele. Mas é preciso muito cuidado na hora de adquiri-los, pois não basta que os óculos sejam escuros para conferir proteção, eles devem ter o selo que certifica a proteção contra os raios UVA, UVB e UVC em suas lentes. Comprar óculos baratos no camelô não é uma boa ideia.

 

 

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Raiva, preocupação e excesso de trabalho podem causar dor de cabeça

Quase 100% das mulheres e 94% dos homens têm dor de cabeça alguma vez na vida. Raiva, preocupação, falta de dinheiro, excesso de trabalho e privação de sono podem ser algumas das mais de 200 causas.

O problema também pode ser genético, por tensão muscular, tensão pré-menstrual (TPM), barulho, cheiro  ou luz forte. Quando intenso, recorrente e acompanhado de outros sintomas, é diagnosticado como enxaqueca, que geralmente vem acompanhada de enjoo, náusea, aversão a luz e som, e visões distorcidas, com flashes e aura colorida.

Médicos explicam que alimentos podem agir como um gatilho em pessoas com predisposição à dor de cabeça, mas não são uma causa. Por isso, mudar a dieta não costuma ser tão eficaz. Um indivíduo deve tomar, no máximo, um analgésico a cada dez dias, totalizando 36 no ano.

Na enxaqueca, a cabeça dói apenas de um lado e a sensação é de que ela está pulsando, latejando. Quem tem esse problema se torna mais sensível a interferências químicas e emocionais.

Pode ser por um jejum prolongado ou excesso de café. É como se o circuito elétrico cerebral entrasse em pane: as artérias se dilatam e a dor se torna insuportável.

Cada fator ativa uma área diferente do cérebro. Os hormônios acionam a glândula hipófise; a audição mexe o córtex primário; gosto, cheiro e visão estimulam a região orbitofrontal; e as emoções são respondidas no sistema límbico.

Confira o infográfico abaixo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Bem Estar

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Causas, sintomas e o tratamento do estresse

Na Física, o termo estresse  está relacionado à tensão e desgaste aos quais os materiais estão expostos. No corpo humano, o estresse é uma reação – física e mental – decorrente do desgaste proveniente de um esforço significativo. É o resultado da sobrecarga de ação e/ou contato com algum estimulo estressor. Quando ultrapassamos nosso limite, excedendo nossa capacidade, geramos estresse. E quando isso acontece nossas ações, respostas e comportamento ficam prejudicados. O rendimento fica abaixo do esperado. Com isso, o resultado é o desgaste físico e mental. Em geral o estresse ativa processos hormonais e nervosos que são comuns durante o estado de alerta.

Causas

O estresse pode ser causado devido a uma mudança brusca no estilo de vida. Quem tem que se adaptar de forma inesperada a uma nova situação acaba tendo que se adequar a muitos estímulos diferentes, com isso é comum ultrapassar os próprios limites e chegar à exaustão. A exposição a um determinado ambiente pode ser suficiente para levar uma pessoa a sentir-se angustiada ou mesmo estressada. O estresse passa a ser prejudicial quando o organismo é exposto a essas situações de tensão (estímulo estressor) de forma continuada, quase que ininterruptas, impedindo a recuperação e/ou o relaxamento após esse contato.

Sintomas

Os sintomas físicos são cansaço, mudança de peso, problemas constantes de saúde, principalmente nos órgãos mais frágeis, que são os primeiros a darem sinal de que as coisas não estão indo bem, dores no corpo, principalmente tensão muscular, etc.

Já os sintomas mentais são distração, dificuldade de concentração e foco de atenção, baixo rendimento nas ações antes qualificadas como fáceis, falha na memória, diminuição da qualidade de sono, impaciência, irritabilidade, depressão, ansiedade, etc.

Fique alerta

Quando uma pessoa é exposta insistentemente a situações que para ela são consideradas estressantes e cujos sintomas persistem por um longo período, a chance de problemas de saúde aumenta drasticamente. Os mecanismos de defesa do corpo passam a não responder como antes e a qualidade dessa proteção cai. Nessa fase, a possibilidade do aparecimento de doenças é grande.

Tratamento

A psicoterapia é uma excelente opção. Existem muitas teorias e formatos de tratamento. Escolher focar na solução de questões práticas e pontuais do que você precisa é uma ótima resolução para o estresse. Programação neurolinguística , hipnose, EMDR e coaching de vida são técnicas de terapia breve com foco na solução.

Dicas

  • A questão principal é a capacidade individual de adaptação aos fatores de mudança da vida. Por isso, o novo não é fator de estresse por si só, mas a forma como cada um é capaz de lidar como a própria vida faz toda diferença.
  • Não confunda ansiedade com estresse, afinal, no uso do português cotidiano é comum usar essas duas doenças como sinônimos, porém, a ansiedade é a apreensão, medo, preocupação com algo, o estresse vai alem disso.
  • É importante o diagnóstico correto feito por um profissional qualificado para que se estabeleça um tratamento especializado.

 

 

 

 

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Estresse pode desencadear surgimento de acne

Espinhas são reflexos de tensão mesmo após a adolescência
 

É comum pessoas com mais de 25 anos de idade, em especial mulheres, reclarmarem do aparecimento de espinhas mesmo sem as terem tido durante a adolescência. Uma estimativa feita pela Sociedade Brasileira de Dermatologia apontou que a causa dos problemas de pele em cada um de três pacientes é emocional – como estresse, ansiedade e depressão.

O estresse, quando é muito intenso, aumenta a produção de cortisol e estimula os hormônios androgênios, que por sua vez acionam ainda mais a glândula sebácea. A acne está associada ao estresse entre 3 e 5% dos casos.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Livre de Berlim, na Alemanha, mostrou que um hormônio (liberador da corticotropina, ou CRH) associado ao estresse, que afeta a liberação de óleos na pele, pode ser uma causa potencial de problemas cutâneos. De acordo com o estudo, além de ser produzido pelo sistema nervoso central, o CRH também é feito pelas glândulas sebáceas da pele.

O hormônio envolvido na produção de acne através do estímulo das glândulas sebáceas é o androgênio, que é masculino. Como a mulher tem pouco hormônio masculino, qualquer alteração pode estimular a glândula e provocar acne. Além de ser potencializada pelo estresse, a acne na vida adulta pode aparecer em mulheres com ovário policístico ou com alterações hormonais.

Não há diferenças entre as espinhas causadas por fatores diversos. No tratamento são usados antibióticos e retinoides. Além disso, podem ser adotados peelings e lasers.

Cuide de sua pele 

Conheça alguns cuidados básicos para se livrar ou diminuir a intensidade da acne:

  • Lave a pele suavemente e sem exagero, duas vezes ao dia, com sabão neutro. Esfregar a pele não evita acne e pode piorar o problema;
  • Evite tocar sua pele. Espremer uma espinha pode aparentar que tenha desaparecido temporariamente, no entanto, removê-la pode fazê-la ficar por mais tempo, causando inchaço, irritação e cicatrizes vermelhas ou marrons
  • Previna-se do sol. Muitas medicações para acne podem causar queimaduras em algumas pessoas. Ficar sob o sol por muito tempo pode causar rugas e aumentar o risco de câncer de pele. Faça uso de filtros sem óleo na fórmula.
  • Lave o cabelo regularmente, principalmente se os fios forem oleosos.

Fonte: Minha Vida

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Poucas horas de sono na adolescência pode gerar problemas cardíacos

Sedentarismo e má alimentação são algumas das causas do sono ruim; hábitos ruins acompanham até a vida adulta

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Um novo estudo publicado no CMAJ (Canadian Medical Association Journal) descobriu que poucas horas de sono na adolescência aumentam o risco de problemas cardíacos, como infarto, na idade adulta. A pesquisa foi liderada por um cardiologista do Hospital for Sick Children, no Canadá.
Mais de 4.100 adolescentes participaram da pesquisa e ao colher dados, os especialistas descobriram que os jovens dormiam, em média, 7,9 horas por noite durante a semana e 9,4 horas por noite aos fins de semana. Quase 20% deles declararam ter poucas horas de sono durante a semana e 10% disse não dormir o suficiente no fim de semana. Além disso, cerca de 6% afirmaram usar medicações para ajudar a dormir.Os resultados da análise mostraram que a má qualidade do sono foi associada a um índice de massa corporal mais elevado, maior tamanho de cintura e níveis de colesterol e pressão arterial mais altos, todos fatores de risco para doenças do coração. A descoberta é importante principalmente porque mostra que hábitos cultivados na juventude nos acompanham por toda a vida.Uma possível explicação seria o fato de que acordar durante a noite, apresentar dificuldade para pegar no sono e ter pesadelos estão relacionados a outros hábitos ruins, como cultivar uma dieta desequilibrada e ser sedentário.
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Falta de movimentação e postura incorreta causam dor nas costas

Nosso corpo não foi feito para ficar parado em uma mesma posição por muito tempo. A falta de movimentação e a postura errada são fatores que contribuem para aumentar a dor nas costas, um incômodo que atinge grande parcela da população brasileira.  Porém, a prevenção é simples: corrigir a postura, fortalecer os músculos e se movimentar alternando a posição.

As dores musculares mais comuns são provocadas por fatores mecânicos, como o esforço excessivo e o erro postural. Essas dores costumam durar até oito semanas e ter começo, meio e fim. Caso a dor continue por um período maior que esse, procure um médico para investigar se há algum outro problema. Dores que duram mais de três meses são consideradas crônicas e podem ser causadas por alterações degenerativas da coluna, como osteoartrose e hérnia de disco.

Outra causa de dor é a deformidade em alguma das três curvaturas da coluna: a lordose cervical, a cifosetorácica e a lordose lombar. Quando a cifose é acentuada, pode causar um problema chamado hipercifose, comum em pessoas tímidas, altas e que usam muito o computador. Normalmente, essas pessoas jogam os ombros e a cabeça para a frente e têm dores no pescoço e ombros.

Já a escoliose, doença que altera a posição da coluna, está ligada a um fator genético e tem vários graus. Em casos mais leves, o uso do colete é indicado. Nos mais graves, é indicada a cirurgia. Porém, tem as alterações de posturas que também levam a coluna a ficar em formato de S, chamada de “escoliose postural”. Esta deformidade é momentânea e pode ser corrigida apenas com realinhamento postural.

A região lombar é a que mais aguenta carga do corpo, portanto, a que mais sofre. Quando a curvatura dessa região e da cervical é acentuada, o problema se chama hiperlordose. O uso do salto alto, por exemplo, faz essa curvatura se acentuar. Outro problema é o escorregamento da vértebra, muito comum nos adolescentes.

Outro fator que pode causar dores na lombar é ficar sentado por muito tempo. Um estudo mostrou que a pessoa que fica sentada pressiona muito mais os discos invertebrais do que a pessoa que fica em pé, por exemplo. A pressão aumenta ainda mais quando a postura é incorreta.

Confira algumas dicas para melhorar sua postura em diferentes situações:

- Para mexer no computador, o ideal é não inclinar os ombros e usá-lo na altura dos olhos com a postura ereta

- Na hora de lavar a louça, o ideal é que a pia esteja na altura do umbigo. Se a pia for muito baixa, a dica é tentar diminuir a altura (sempre com a coluna reta)

- A maneira de sentar também pode prejudicar as costas. A dica é apoiar os dois pés no chão e manter os ombros alinhados e a coluna reta

- Para usar o computador, as pernas devem estar apoiadas e os braços dobrados em 90 graus. Para corrigir a postura, use uma almofada e um apoio no pé

- Para pegar objetos pesados no chão, a dica principal é flexionar os joelhos para não sobrecarregar a coluna

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Bem Estar

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Pessimismo diminui qualidade de vida

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Evitar pensamentos negativos pode prejudicar sua saúde

Seus pensamentos negativos costumam alimentar seu mau humor, fazendo com que seu dia se torne mais pesado e cheio de pequenos incidentes desagradáveis. Isso pode acontecer porque muitas vezes vivemos rodeados de pessoas e ou situações que nos levam a ver somente o lado ruim das situações, e acabamos interiorizando esse comportamento crítico e queixoso em nossa vida.

Outro exemplo é que algumas pessoas já cresceram ouvindo os pais reclamarem de tudo, sempre insatisfeitos com o que têm em casa ou no trabalho e, por mais que isso possa incomodar, nos acostumamos a ver esse mundo ingrato que tanto nos foi descrito. Ao nos dar conta desse comportamento, ficamos a pensar o que fazer para mudar esse jeito de ser mal humorado.

É preciso entender que viver é um grande aprendizado e que, nesse contexto, precisamos alongar nosso olhar em busca de outros significados para não carregarmos o peso de uma vida difícil todos os dias. No entanto, não é uma tarefa fácil e isso acontece porque nos acostumamos acumular milhares de pensamentos em nossas cabeças e vamos nos alimentando somente de pensamentos ruins que, refletem não somente em nós mesmos, mas no nosso corpo e na nossa relação com as pessoas ao nosso redor.

Pensamentos ruins geram doenças como depressão, ansiedade, mau humor crônico, entre outras doenças do estomago, coração, dores de cabeça, musculares. Nosso corpo não suporta tantas situações incompreendidas e mal digeridas, o que acaba causando um mal estar constante na nossa vida.

É importante aprendermos a diferenciar a real felicidade das pequenas situações que nos fazem felizes no nosso dia a dia. Felicidade é um conjunto consciente de situações que no todo nos trazem contentamento. Uma avaliação objetiva e afetiva que fazemos de nossa própria vida, incluindo as experiências emocionais que nos são agradáveis com baixo nível de humores negativos e alta satisfação em relação à vida.  Esse processo é interessante, pois começamos a dar outro sentido à vida, muito maior do que aprendemos sobre ser feliz.

Todas as nossas ações contribuem diretamente para o bem estar próprio e do outro, desencadeando uma cadeia de bem estar constante. A saúde mental está ligada diretamente ao nosso corpo, nosso cérebro registra todos os nossos pensamentos como reais, e passa a agir de acordo com eles.

O que a ciência diz

 A neurociência vem estudando os efeitos da positividade e identificou o quanto os nossos comportamentos são geradores de mudanças cerebrais importantes, como vemos em alguns casos de pessoas que passaram por situações traumáticas físicas e mentais se recuperaram. Se você se identificou com o texto, é importante avaliar a forma que tem se relacionado consigo mesmo e com as pessoas ao redor. Procure manter uma atitude positiva, promovendo o que, segundo a psicologia positiva, é o caminho adequado para mudar comportamentos.

Fonte: Minha Vida

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Problemas emocionais podem prejudicar funcionamento intestinal

 
Alterações, como estresse e ansiedade, causam problemas intestinais

Praticar atividades físicas e se alimentar bem traz diversos benefícios para a saúde, inclusive para o funcionamento do intestino. Fora isso, beber água e controlar as emoções também são fatores que ajudam.

Alterações emocionais, como ansiedade e estresse, podem prejudicar a digestão. O intestino tem cerca de 100 milhões de neurônios conectados ao cérebro e tem relação direta com a sensação de bem-estar, já que 80% da produção de serotonina (hormônio do bem-estar) é produzida por ele.

Esse bem-estar pode ser prejudicado pela dificuldade para evacuar. Muitas pessoas se sentem desconfortáveis em ir ao banheiro fora de casa, mas isso pode ser um problema para a saúde.

Mas, é importante saber que ir ao banheiro na hora que aparecer a vontade elimina as fezes do corpo e não as deixam paradas dentro do intestino. Caso essa vontade seja reprimida, as fezes ficam armazenadas até que a vontade venha novamente e elas começam a ficar ressecadas. Quando inibimos a vontade de ir ao banheiro, o reto perde a sensibilidade, o que exige maior quantidade de fezes para que a vontade de evacuar venha novamente.

Esse problema pode começar desde a infância, quando os pais reprimem a criança que faz cocô na calça. Isso pode fazer com que ela acostume a segurar essa vontade e causar problemas no futuro.

Além disso, as meninas são educadas a não falarem sobre esse assunto desde pequenas e isso também prejudica porque elas desenvolvem a vergonha de ir ao banheiro, principalmente no local de trabalho ou na casa dos namorados. Já os homens podem expressar essa necessidade desde pequenos e não se sentem desconfortáveis. Tanto para eles quanto para as mulheres, os médicos consideram normal ir ao banheiro uma vez a cada 3 dias ou 3 vezes por dia, desde que isso não cause desconforto.

É sempre importante observar os sinais de alerta nas fezes: sangue, cor preta, muco, cheiro diferente e formato de serpentina são alguns fatores. Também são sinais importantes e de risco para doenças graves o emagrecimento rápido, anemia e prisão de ventre em pessoas acima de 50 anos.

Digestão
O processo começa na mastigação e termina no intestino grosso, onde o bolo fecal é eliminado. Para ter uma boa digestão, é importante não comer rápido, mastigar bem os alimentos e não tomar muito líquido durante as refeições, principalmente as bebidas doces e com gás. Fora isso, os alimentos gordurosos são mais difíceis de serem digeridos, então os médicos recomendam evitá-los.

A boa digestão ajuda a formar o bolo fecal e é aquela que a pessoa come e não se sente estufada, com gases e pesada. Isso acontece quando ela come alimentos saudáveis, com fibras e pouca gordura, e seu intestino consegue aproveitar os nutrientes.

É recomendável uma alimentação com verduras, legumes frescos ou cozidos superficialmente e frutas após as refeições. As fibras presentes nestes alimentos ajudam a formar o bolo fecal, mas o excesso de fibras pode causar fermentação. A alimentação deve incluir também carboidratos, principalmente os integrais.

 

Fonte: Bem Estar

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Seu humor depende de antidepressivos?

A solução de qualquer problema, hoje em dia, tem que ser rápida. No trabalho, na universidade, em casa, há uma demanda para que obstáculos sejam tirados do caminho o quanto antes. E o cenário é semelhante dentro das clínicas psiquiátricas. Atualmente, melancolia e outros sintomas semelhantes fazem com que os pacientes muitas vezes exijam dos médicos uma pílula milagrosa que traga alegria rapidamente. Profissionais observam um crescimento no consumo de antidepressivos que não se traduz em melhor assistência à população, o que evidencia um potencial abuso dessas drogas.

Esses medicamentos estão longe de serem inócuos. Segundo uma revisão da Universidade McMaster, no Canadá, os efeitos colaterais vão muito além da cabeça. A maioria dos fármacos contra depressão aumenta a disponibilidade de serotonina, neurotransmissor que não age somente no cérebro, mas também no sistema digestivo, no funcionamento do órgão reprodutor masculino e até na coagulação sanguínea. Ou seja, esses remédios acarretam desde diarreia e disfunção sexual até um eventual derrame. Aliás, esse último fator ajudaria a justificar a maior taxa de mortalidade em idosos que tomam antidepressivos encontrada no estudo.

O uso prolongado gera ainda mais consequências nocivas. Há uma tendência ao ganho de peso, à perda de libido e, em certos casos, o indivíduo sofre com anestesia afetiva. O comprimido em si, no entanto, não deve ser visto como um inimigo. O mal está em usá-lo como muleta, apenas deve estar claro que ele não resolve problemas do cotidiano.

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um relatório com indícios de que, além da tristeza, a ansiedade também vem sendo supermedicada. O documento revela que, entre os remédios de venda controlada, os benzodiazepínicos — que englobam os chamados ansiolíticos e hipnóticos — ocupam as três primeiras posições em número de vendas. Esse tipo de droga age sobre o gaba, neurotransmissor que inibe o sistema nervoso central, provocando relaxamento. Por isso, ele é bastante prescrito para ansiedade generalizada, pânico e insônia”, acrescenta.

Os números chamam a atenção, especialmente porque os benzodiazepínicos causam dependência. Tanto que o ideal é não ultrapassar um mês de utilização. Entretanto, o prazo é desrespeitado por muita gente. Em um levantamento da Universidade Federal de São Paulo, a média de uso contínuo das 33 voluntárias consultadas pelos cientistas era de, acredite se quiser, sete anos.  A título de curiosidade, em geral as entrevistadas afirmavam que obtinham as prescrições trocando de médico ou encontrando um, digamos, mais leniente.

Os potenciais danos advindos de benzodiazepínicos ou antidepressivos dão ainda mais importância às psicoterapias — essas, sim, sem efeitos colaterais para o organismo. Elas lidam diretamente com o que muitas vezes está desencadeando o mal-estar e, com as conversas, o especialista sabe se realmente será necessário prescrever remédios.

A busca por atividades que tragam prazer e tranquilidade também ajuda a deixar as drágeas menos atraentes. Assim, com um pouco de paciência, dá para o lado bom da vida ressurgir pelas suas próprias mãos.

Estragos dos pés à cabeça 

Pênis
Alterações nos níveis de serotonina elevam o risco de impotência.

Intestino
Diarreia ou constipação são comuns em quem toma antidepressivos.

Veias e artérias
Em tese, o medicamento aumenta a probabilidade de um trombo se formar e, então, entupir vasos.

Cérebro
A pílula da felicidade pode resultar em sono ruim e apetite voraz.

O lado ruim do relaxamento artificial

Desatenção
Benzodiazepínicos prejudicam a concentração, motivo pelo qual menos fatos se fixam na memória.

Sonolência
A vontade de cerrar os olhos aumenta. Nem pense em dirigir sob os efeitos da droga.

Reflexos lentos
O desempenho em práticas esportivas cai. Já a probabilidade de quedas…

Glaucoma
Em casos raros, o fármaco pode fazer subir a pressão intraocular.


Um exame de sangue que acusa doenças psiquiátricas

Centros de pesquisa do porte da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e do Instituto Max-Planck, na Alemanha, investigam se distúrbios mentais produziriam moléculas específicas que poderiam ser identificadas ao caírem na circulação por meio de um simples teste sanguíneo. Uma análise desse tipo seria útil para perceber problemas em estágio inicial e dar mais segurança ao médico.Isso é complicado, porque transtornos dessa espécie têm vários estágios. Um teste assim provavelmente não será exato, gerando muitos diagnósticos errados.

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Consumo excessivo de gordura destrói neurônios e provoca outra doenças

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você já ouviu alguém dizer que você é o que você come? Pois é, todos sabem que comer um sanduíche com mortadela, cachorro quente ou linguiça é uma delícia. No entanto, esses alimentos são gordurosos e, se consumidos em excesso, podem causar problemas para a saúde.

A gordura pode ser benéfica para o corpo se consumida dentro do recomendado. O excesso pode prejudicar as artérias, o cérebro, e provocar doenças como diabetes e obesidade.

Além disso, pesquisas mostram que o consumo excessivo da gordura saturada de origem animal provoca uma inflamação no hipotálamo, região do cérebro que controla a fome e a saciedade. Isso acaba destruindo os neurônios e o indivíduo não se sente mais saciado e come ainda mais.

Esse excesso provoca também um “estresse” metabólico das células, que ficam desorganizadas. Dessa forma, a gordura deixa de ser depositada apenas nas células adiposas e começa a se instalar também em alguns órgãos, como o fígado e o pâncreas.

Os problemas causados pelo consumo de alimentos gordurosos não para por aí. Afeta também a digestão, que se torna mais lenta e faz com que a gordura demore mais para ser eliminada do estômago.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, desde os anos 70, o brasileiro vem mudando sua alimentação com dietas que não atendem às necessidades nutricionais do organismo.

O consumo de refrigerante, refeições prontas, misturas industrializadas cresceu, assim como o de alimentos embutidos, como a salsicha, frios e lingüiças – aumentou em 300%. O recomendável é que a gordura represente apenas 30% da alimentação para se ter uma dieta balanceada. E desses 30%, apenas 7% deve ser gordura saturada. Grande parte deve ser de gordura de origem vegetal, que é a menos prejudicial. Por isso, saber qual a quantidade de cada alimento ajuda a se manter dentro da dieta saudável.

E é importante lembrar também que, durante um dia inteiro, uma pessoa irá ingerir outras gorduras que, somadas à mortadela, por exemplo, ultrapassarão o consumo recomendado.

A gordura trans, que também se chama gordura vegetal hidrogenada, é a mais prejudicial à saúde. Esse tipo de gordura aumenta o colesterol total e o mau colesterol (LDL). Em longo prazo, as consequências disso aparecem e podem surgir doenças como infarto e derrame cerebral. Porém, a gordura trans não é de toda ruim, pois ajuda a melhorar a consistência e aumentar a vida de prateleira de alguns produtos.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina que todos os alimentos tragam em sua embalagem a quantidade de gordura trans presente nas fórmulas.

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