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Siga sete cuidados com o corpo nos dias de calor intenso

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Hidratação em primeiro lugar

Nos dias quentes, o corpo precisa liberar calor por meio do suor para manter a temperatura corporal – eliminando água e sais minerais. De acordo com a nutricionista Flávia Ferazzo, sem a quantidade de água e sais minerais necessários, a pessoa fica com o metabolismo comprometido, podendo ter mais chances de sofrer lesões musculares, tonturas, cãibras, diminuição do desempenho físico, menor disposição e dificuldades de concentração.

“A sede é um sintoma tardio de falta de água – significa que o nosso corpo já está sofrendo uma pequena desidratação, explica a nutricionista. Por isso, é recomendado beber água aos poucos durante o dia, antes que a sede apareça. Uma dica para saber se seu corpo precisa de líquido é a urina – se for ao banheiro e perceber que ela está com cor escura e odores fortes, você está ingerindo pouca água. A urina deve estar bem clara, quase transparente!

Alimente-se bem

Algumas frutas e vegetais apresentam grandes quantidades de água em sua composição. A melancia, por exemplo, tem mais de 90% do seu peso em água, assim como as folhas verdes. “Outra fonte importante é o leite, que possui mais de 80% de água em sua composição”, declara Flávia Ferazzo. Além de serem ricas em líquidos, as frutas e verduras são fonte de potássio, mineral que precisa ser resposto quando há uma produção de suor muito intensa. “Portanto, invista também nos sucos de frutas para repor a água e os sais minerais perdidos em dias quentes”, recomenda a nutricionista.

O consumo de gorduras deve ser evitado em dias muito quentes, pois elas não são bem metabolizadas, por conta da perda de líquidos do organismo. O resultado de um almoço cheio de frituras, por exemplo, pode ser uma sensação de mal-estar e desconforto algum tempo depois.

Exercícios físicos

Durante a atividade física, a pessoa se desidrata e perde muito sódio e potássio. É preciso ingerir líquidos: “Apesar de não fornecer todos os nutrientes que os isotônicos possuem, a água já pode ser suficiente para controlar a temperatura corporal, retardar fadiga, prevenir câimbras e evitar o aumento da frequência cardíaca”, conta.

Nos dias quentes, a perda de fluídos no suor é ainda maior e pode variar conforme a intensidade do exercício. Quanto mais intensa e longa for a atividade física, maior deverá ser a quantidade de água ou bebida isotônica ingerida. Confira a dica da nutricionista Flávia Ferazzo para manter a hidratação antes, durante a após a atividade física nos dias quentes:

- Antes do exercício: tome de 400 a 600ml de água no mínimo duas horas antes de iniciar o exercício;

- Durante o exercício: caso o exercício tenha mais de uma hora de duração, tomar de 150ml a 350ml a cada 20 ou 30 minutos;

- Após o exercício: beba o suficiente para matar a sua sede.

Use roupas leves

A dermatologista Sara Bragança, membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, explica que o ideal é usar tecidos de algodão e malha – que absorvem o suor – e evitar tecidos sintéticos, que atrapalham a evaporação da transpiração. “Também é importante evitar roupas de cores escuras, que absorvem mais o calor por não refletir a luz solar”, conta. Para evitar alergias e outros problemas de pele, procure lavar as roupas sempre que usá-las, sem repeti-las, e não usar peças de outras pessoas.

Para dormir fresquinho

Um dos maiores incômodos dos dias quentes é a hora de dormir, principalmente para pessoas que não têm um ventilador no quarto. A dermatologista Sara Bragança aconselha tomar um banho frio antes de deitar e evitar alimentos como chás e leite quente. “O ideal é usar roupas de dormir frescas, manter o quarto arejado com as janelas abertas e não usar qualquer tipo de cobertor”, diz.

Transpirando demais?

Para manter o efeito do desodorante o dia inteiro, a dermatologista Sara Bragança recomenda aplicar um antitranspirante logo após o banho, pois ele obstrui os ductos das glândulas sudoríparas, reduzindo a produção de suor. Manter axilas e virilha também depiladas ajuda a evaporar o suor e diminuir a proliferação de bactérias, responsáveis pelo mau cheiro. Caso você sofra com suor nos pés, é possível usar talco ou mesmo o antitranspirante usado nas axilas, que funcionará reduzindo a transpiração dessa área também.

Fuja do sol!

A temperatura corporal interna de uma pessoa deve ser de 37º C, independente do horário do dia. Para que o corpo não perca muito líquidos no esforço de se manter essa temperatura ideal, evite ficar exposto ao sol, principalmente, das 10 às 16 horas.

A exposição excessiva ao sol pode causar hipertermia, que é quando o corpo não consegue mais estabilizar o calor interno. “Nesse estágio, o organismo direciona toda sua energia para tentar dissipar o calor e, assim, algumas células param de funcionar, podendo causar desmaios graves”, diz o fisiologista do esporte Daniel Portella, da Secretaria de Esportes de São Caetano do Sul.

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5 dicas para desintoxicar o corpo naturalmente

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1. Limão: Beber água de Limão ajuda a equilibrar a acidez dos alimentos ingeridos. Beba no início da manhã, se você adicionar Semente de Linhaça moída, você irá promover a eliminação de toxinas.

2. Beterraba: A Beterraba é rico em vitamina B3, vitamina B6, Vitamina C e beta-caroteno. Ela também é uma grande fonte de ferro, magnésio, zinco e cálcio, minerais necessários para desintoxicar o corpo de forma rápida e eficaz. Seu alto teor de fibras ajuda a digestão e eliminar o desperdício.

3. Hortelã: A Hortelã é uma excelente fonte em vitamina A, vitamina B e vitamina E os minerais como o cálcio, fósforo, ferro e potássio. A Hortelã é uma planta indicada para a auxiliar para uma boa digestão, evitando os enjôos e outros problemas digestivos. A Hortelã também é um desinfetante natural, um ingrediente recomendável para soluções de lavagem bocal e pastas de dentes. O chá ou suco de hortelã podem ser usado para auxiliar na digestão, facilitando a limpeza e desintoxicação alimentar.

4 Alho: O Alho é um poderoso antivírus, anti-séptico e antibiótico. Ele Retira do seu corpo patógenos microbianos e toxinas endógenas. Os compostos de enxofre no alho é essencial para desintoxicar seu corpo.

5. Gengibre: O Gengibre estimula a digestão, alivia a constipação intestinal e Melhora o metabolismo. Ele é uma boa de vitamina C, cálcio, potássio, ferro, fósforo e magnésio. Além das fibras que é usado como um alimento digestivo e refrescante.

Essas toxinas são substâncias nocivas encontradas em aditivos, conservantes, corantes, adoçantes ou mesmo na poluição. Se por um lado, a alimentação pode causar intoxicação, por outro lado, existem alimentos como frutas e grãos, que ajudam a desintoxicar o organismo de forma natural e saudável.

 

Fonte: www.saudedica.com.br

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Como Tratar a Intolerância ao Exercício

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À intolerância ao exercício é um sintoma comum entre as pessoas que sofrem de doença cardíaca, doença mitocondrial ou distúrbios metabólicos. Em tais casos, a conversão normal dos alimentos ou oxigênio em energia é interrompida, deixando o paciente sem o fornecimento adequado.

Os graus de intolerância ao exercício podem variar: podem se apresentar após o menor esforço ou exigem um esforço mais sustentado para ser reconhecido, e pode afetar a vítima durante ou após o exercício, como fadiga, cãibras musculares, depressão, ritmo cardíaco insuficiente, alterações na pressão arterial e cianose.

Se os distúrbios da tireoide são a causa de extrema fadiga após o exercício, os médicos geralmente prescrevem medicamentos para regular a glândula tireoide e podem recomendar uma dieta especial para as pessoas com extrema fadiga causada por alterações musculares metabólicas.

Além disso, em alguns casos, os médicos podem prescrever antidepressivos ou multivitaminas, para tratar a fadiga causada ou agravada por depressão ou má nutrição.

Beber água ou uma bebida esportiva durante e após o exercício pode prevenir a fadiga causada pela desidratação.

Durante os meses mais quentes do ano, considere realizar o exercício em uma área com ar condicionado ou nas primeiras horas da manhã, quando é mais frio do lado de fora.

Para aumentar a resistência, aumente gradualmente à duração e a frequência das sessões de treinamento, tal como foi recomendado pelo médico, e considere realizar um exercício leve como caminhada, em vez de começar com uma rotina vigorosa, que pode amplificar a fadiga.

A fadiga durante e após a corrida pode indicar uma deficiência de calorias ou de algumas vitaminas ou minerais. Como um corredor, sua dieta deve consistir de 50 a 70% de carboidratos, 20 a 30% de gorduras e 10 a 20% de proteínas.

Você deve consumir uma variedade de alimentos que possam te ajudar a ingerir as quantidades adequadas de vitaminas e minerais, como vitamina B12, B6 e ferro.

As vitaminas B são necessárias para o metabolismo de energia, das células vermelhas do sangue e da saúde dos nervos, enquanto que o ferro é utilizado para transportar oxigênio para os tecidos musculares.

Fonte: Saudedicas.com

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Derrube nove mitos sobre exames médicos

As visitas anuais ao médico são um sinônimo para bateria de exames. Os exames laboratoriais devem ser feitos sempre após uma consulta médica, já que eles são um complemento da avaliação clínica do paciente. Ele irá avaliar sua idade, histórico familiar e outras doenças relacionadas, estudando a sua necessidade de fazer aqueles exames e analisar os resultados com propriedade.

Horas de jejum, a busca por um acompanhante e a dificuldade de encontrar horário na agenda são alguns dos dilemas de quem enfrenta o check-up. Mas, felizmente, esses cuidados não são necessários para todos os testes que você irá realizar. Confira a lista com os principais mitos sobre exames médicos e quando realmente é preciso tomar essas precauções:

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Nem todo exame precisa de jejum

Existem, sim, alguns exames em que o jejum de 12 horas é necessário, mas esses são uma minoria. “O jejum precisa ser feito porque os valores de referência dos exames de laboratório foram estabelecidos em seres humanos dentro desse estado de jejum”, explica o patologista Nairo Sumita, assessor médico na área de Bioquímica Clínica do Fleury Medicina e Saúde. “A melhor maneira de minimizar fatores que possam interferir nos valores é manter o jejum para testes que sofrem interferência da alimentação no resultado.” Entretanto, nem todos pedem um jejum de 12 horas – alguns exames necessitam de oito horas de jejum, outros de três horas, e tem aqueles que não necessitam de jejum.

Segundo o especialista, existem dois exames em que o jejum deve ser feito com certeza: a dosagem de glicose no sangue (glicemia) e dosagem do perfil lipídico (colesterol e triglicérides). Nesses casos, o jejum de oito e 12 horas é necessário porque é o tempo que o organismo leva para metabolizar glicose e gordura, respectivamente.

Uma dica para não ficar horas sem comer é marcar os exames pela manhã, uma vez que você passará boa parte do jejum dormindo. Lembrando que você pode ingerir água durante o período de jejum, mas evitando grandes quantidades. ”

Também não devemos passar mais de 14 horas em jejum, pois a partir desse período nosso metabolismo começa a ficar alterado.”

Irei perder o dia inteiro?

O importante é se planejar e em primeiro lugar se informar com o laboratório quais são os horários de pico. Os laboratórios em geral costumam ficar mais cheios de manhã por conta dos exames que são realizados em jejum. Mas será que ele é necessário para o seu caso? Por isso, também é importante tirar a dúvida com o seu médico.

“Os exames de sangue no geral levam minutos para serem realizados, permitindo a pessoa retomar suas atividades após”, explica o patologista clínico Gustavo Rassi, presidente da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica – regional Goiás.

Segundo os especialistas, os exames que necessitam de anestesia são os que pedem mais atenção, uma vez que o efeito demora a passar e o paciente precisa ficar em repouso. Exemplos de exames feitos com anestesia são a colonoscopia e a endoscopia. Além disso, outros testes podem demorar mais tempo para serem realizados, como uma ressonância magnética ou dermatoscopia digital. Se você estiver na dúvida sobre quanto tempo reservar para o exame, pergunte ao médico ou laboratório.

Frequência dos exames

Ao falar em check-up médico, logo nos vem à cabeça aquela bateria interminável de exames que devemos fazer todo o ano. Há quem separe dias inteiros nas férias dedicados a isso, e também aqueles que têm preguiça só de pensar na quantidade de testes. Para os que se enquadram no último grupo, saibam que nem todo o exame precisa ser repetido anualmente – tudo dependerá da orientação médica. A densitometria óssea, por exemplo, é indicada a cada dois anos para acompanhar a densidade óssea a impedir o aparecimento da osteoporose. Já a colonoscopia, o exame que investiga a saúde do intestino, é indicado a cada cinco anos em pessoas assintomáticas e acima dos 50 anos. “Outros exames são pedidos apenas para pessoas que tem algum sintoma, como deficiências nutricionais ou tomografias, não sendo necessário repetir anualmente”, explica o patologista Nairo Sumita, do Fleury Medicina e Saúde.

Será que vai doer?

A possibilidade de sentir dor pode fazer muitos pacientes desistirem de seus exames. Entretanto, testes mais complicados, como colonoscopia e endoscopia, podem ser feitos com anestesia e sem qualquer dor. Mesmo a dor da picada nos exames de sangue pode ser controlada se você estiver relaxado e conversar sobre seu medo com o profissional que aplicará o teste. O importante é não deixar esse detalhe atrapalhar sua rotina em pró da saúde.

Exames de coleta

Testes com amostras de urina e fezes podem ser um tormento para aqueles com a bexiga e intestino mais lentos. Por sorte, você não precisa ter uma data marcada para entregá-los e muito menos fazê-los obrigatoriamente no laboratório. “O exame de urina, que é uma urina normal, a orientação é que o paciente fique três a quatro horas sem urinar para conseguir coletar já no laboratório”, diz o patologista Nairo. Se mesmo com essa orientação a pessoa não conseguir urinar, ela vai para casa com o potinho da coleta e segue as orientações do profissional. “Já o exame de fezes depende da pessoa, e por isso ela pode coletar em casa ou em um local fora do laboratório, sempre seguindo as instruções do médico”, lembra o especialista.

Você deve estar perguntando o que fazer com esse potinho de urina ou fezes fabricado em domicílio. E a resposta é simples: para exames de urina, o ideal é levar ao laboratório em até duas horas, uma vez que o contato com o ar pode favorecer a proliferação de bactérias, comprometendo os componentes urinários e induzindo o médico a um diagnóstico equivocado. “Testes para detecta

r infecção urinária devem ser entregues frescos, para não levantar falsas suspeitas”, explica. O exame de fezes pode ser entregue até 24 horas depois da coleta, devendo ser mantido em refrigeração até chegar ao laboratório.

Mudança de hábitos

Buscando o melhor resultado muitos pacientes procuram largar vícios, como cigarro e álcool, dias ou semanas antes do exame por conta própria, para depois retomá-los. De acordo com o patologista Nairo, alguns inclusive começam a fazer exercícios nesse período, a fim de ganhar uns pontinhos no laudo médico. “Entretanto, essas práticas não são recomendadas, uma vez que o médico precisa avaliar o estado real do paciente”, diz. Apenas o médico ou o laboratório poderão recomendar o abandono do cigarro, álcool, medicamentos , assim como a prática de jejum, atividades sexuais, entre outros hábitos, visando a realização do exame.

É sempre necessário um acompanhante?

A principal preocupação ao fazermos a bateria de exames é passar mal ou sofrer algum tipo de complicação. Seguindo essa linha, muitos acreditam que seja necessário levar um acompanhante para qualquer teste que seja feito, de forma a minimizar qualquer dano. “A equipe do laboratório está preparada para qualquer tipo de problema e habilitada a dar qualquer tipo de informação sobre os exames”, afirma o patologista clínico Gustavo, do Fleury Medicina e Saúde. Dessa forma, perder a data de um exame por falta de companhia pode não ser a melhor escolha e movimentar a família para esse fim pode ser um exercício em vão. “Os testes feitos com anestesia, sim, necessitam da presença de um acompanhante, uma vez que o paciente não estará em condições de voltar para casa sozinho após o exame”, afirma o especialista. Na dúvida, converse com o seu médico ou com o laboratório na hora de marcar o teste.

Seu estado de saúde pode interferir nos resultados

Até um simples resfriado pode fazer a diferença. Se for um exame de check-up, o melhor é avaliar o estado de saúde em condições habituais. Segundo o patologista Nairo, um paciente com uma doença muitas vezes sofre alterações momentâneas de alguns exames laboratoriais, por conta da luta do organismo contra um agente agressor. “Dessa forma, o ideal é remarcar o exame e esperar até que a pessoa esteja recuperada”, afirma. No entanto, se os testes estão sendo pedidos para diagnóstico ou acompanhamento de uma doença, a ideia é que os testes sejam feitos em curso com o problema.

Continuar ou cessar a medicação

Pacientes em tratamento não devem deixar de tomar suas medicações para fazer um exame, a não ser que seu médico lhe peça para interromper. “Para testes que devem ser feitos em jejum, a orientação é tomar o medicamento após a coleta de sangue”, afirma o patologista Nairo. Quando for marcar o exame, tente escolher o horário logo antes de ingerir o medicamento, de forma que você não precise atrasar a dose e nem correr o risco desta interferir no resultado do teste. “Conforme as horas passam, a concentração do medicamento vai diminuindo em nosso sangue, por isso o ideal é fazer o exame o mais longe possível da última dose”, lembra o especialista.

Fora isso, há situações em que o médico quer saber como está o seu corpo na vigência do medicamento, se a dose está correta e fazendo efeito. “Nesses casos, o paciente irá usar o medicamento de forma habitual e contínua”, conta Nairo. Esse tipo de exame é pedido para que o médico possa avaliar possíveis efeitos colaterais do remédio e se ele precisa diminuir ou aumentar a dose.  

Fonte: www.minhavida.com.br

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Oito benefícios do sono para sua saúde

Dormir bem pode prevenir obesidade e depressão

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Previne a obesidade
Durante o sono nosso organismo produz a leptina, um hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade – portanto, pessoas que tem dificuldades para dormir produzem menores quantidades desta substância. “A consequência disso é ingestão exagerada de calorias durante o dia, pois o corpo não se sente satisfeito”, explica a neurologista Rosa Hasan. Além disso, o grupo dos insones produzem uma maior quantidade de um outro hormônio, a grelina, uma substância que está relacionada a fome e a redução do gasto de energia.

Outro fator é importante é a perda de gorduras – segundo um estudo feito na Universidade de Chicago, pessoas que dormem de seis a oito horas por dia queimam mais gorduras do que aquelas que dormem pouco ou tem o sono fragmentado. De acordo com o estudo, dormir pouco reduz em 55% a perda de gordura.

Combate à hipertensão
Um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, comprovou que um sono profundo e ininterrupto está relacionado a bons níveis de pressão arterial. A neurologista Rosa Hasan explica que a dificuldade em descansar durante a noite é equivalente a um estado de estresse, aumentando a atividade da adrenalina no corpo. “Uma noite mal dormida deixa o organismo em estado de alerta, aumentando a pressão sanguínea durante a noite”, explica a especialista. Ela afirma que com o tempo essa alteração na pressão sanguínea se torna permanente, gerando a hipertensão.

Fortalece a memória
Pressão que conseguem ter uma boa noite de sono absorvem melhor as informações do dia a dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir, diz um estudo feito pela Universidade de Lubeck, na Alemanha. Segundo os pesquisadores, isso acontece porque durante o descanso ocorre a síntese de proteínas responsáveis pelas conexões neurais, aprimorando habilidades como memória e aprendizado.

O especialista em apneia Fausto Ito, membro da Associação Brasileira do Sono, explica que, durante a noite, o cérebro faz uma varredura entre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera primordial, descartando o supérfluo e fixando lições que aprendemos ao longo do dia. “Por esse motivo, quem dorme mal, geralmente, sofre para se lembrar de eventos simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas muito próximas”, diz.

Previne depressão
As chances de a depressão comprometer a qualidade de vida de uma pessoa pode ser menor se ela dormir entre seis e nove horas por dia. É o que indica um estudo feito no Cleveland Clinic Sleep Disorders Center, em Ohio, nos Estados Unidos, que analisou mais de dez mil pessoas.

Os resultados mostraram que pessoas com o sono considerado “normal” – de seis a oito horas por noite – tiveram índices mais altos de qualidade de vida e níveis mais baixos de depressão quando comparados aos que dormiam pouco ou muito. Também foi observado aqueles que dormem menos que seis e mais de nove horas por dia sofrem uma piora na qualidade de vida e índices de depressão mais altos.

Favorece o desempenho físico
Quando dormimos profundamente e sem interrupções, nosso corpo começa a produzir o hormônio GH, responsável pelo nosso crescimento. Essa substância só começa a ser produzida aproximadamente meia hora após uma pessoa dormir – por conta disso, pessoas que tem o sono fragmentado sofrem dificuldades de sintetizar esse hormônio. “O hormônio do crescimento tem como funções ajudar a manter o tônus muscular, evitar o acúmulo de gordura, melhorar o desempenho físico e combater a osteoporose”, explica a endocrinologista Alessandra Rasovski, da Sociedade Brasileira e Endocrinologia e Metabologia.

Controla o diabetes
Pessoas com diabetes e tem um sono insuficiente desenvolvem uma maior resistência insulínica, tornando o controle da doença mais difícil. É o que afirma um estudo feito pela Northwestern University, dos Estados Unidos. Os pesquisadores monitoraram o sono de pessoas com diabetespor seis noites. Os participantes que tiveram o sono de má qualidade tiveram aumento de 23% nos níveis de glicose no sangue e 48% nos níveis de insulina. Usando esses números para estimar a resistência insulínica do indivíduo, os pesquisadores concluíram que portadores de diabetes que dormem mal tinham 82% mais resistência insulínica que os portadores com sono de qualidade.

De acordo com a endocrinologista Alessandra Rasovski, dormir mal em decorrência de distúrbios do sono não só dificulta o controle da doença como também pode favorecer o aparecimento de diabetes tipo 2. ?É durante o sono que o corpo estabiliza os índices glicêmicos. Quem não tem um sono de qualidade sofre com o descontrole do nível de glicose, podendo desenvolver diabetes?, explica.

Diminui o risco de doenças cardiovasculares
Uma pesquisa da Warwick Medical School, nos Estados Unidos, mostra que a privação prolongada do sono ou acordar várias vezes durante a noite pode estar relacionado a acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos e doenças cardiovasculares. Os autores do estudo conduziram uma investigação que acompanhou durante 25 anos mais de 470 mil pessoas em oito países, incluindo Japão, Estados Unidos, Suécia e Reino Unido.

De acordo com os pesquisadores, dormir pouco causa um desequilíbrio na produção de hormônios e substâncias químicas no organismo, condição que aumenta as chances de desenvolver colesterol alto, doenças cardiovasculares e derrames cerebrais. Dormindo cerca de sete horas por noite, você está protegendo a sua saúde futura e reduzindo o risco de desenvolver doenças crônicas.

Melhora o desempenho no trabalho
Pessoas que tem o sono constantemente interrompido ao longo da noite ou não dormem o suficiente não conseguem atingir os estágios mais profundos do sono, e por isso não descansam de forma adequada.

O especialista em medicina do sono Daniel Inoue, do Hospital Santa Cruz, conta que os principais sintomas sentidos por uma pessoa que não dorme são sonolência diurna, irritabilidade, fadiga, dificuldade para se concentrar ou absorver novas informações e maior facilidade de sofrer graves acidentes de trânsito e trabalho.

“O estresse no trabalho também pode aumentar os comportamentos de risco, como tabagismo e abuso de álcool e drogas, além de desencorajar hábitos saudáveis, como atividade física e a alimentação equilibrada”, alerta Daniel.

Fonte: www.minhavida.com.br

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Conheça os prós e contras de cada posição para dormir

A melhor posição é a de lado, mas as outras podem ser corrigidas.

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Poucos hábitos são tão eficientes para melhorar a saúde do que dormir: fortalece a memória, ajuda a controlar a hipertensão e o diabetes, diminui riscos de doenças cardiovasculares e até mesmo previne a obesidade e a depressão! Mas para conseguir todos esses benefícios, só tendo uma noite muito bem dormida. E um dos fatores que podem estragar tudo isso é a posição em que nos deitamos. “Para podermos descansar e relaxar a musculatura, precisamos de suporte adequado para não torcer ou tensionar as articulações”, comenta o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Mecidina da Universidade de São Paulo (FMUSP). “Ao dormir em uma posição não adequada, a pessoa pode acordar com dores nos músculos, membros, músculos ou na cabeça, além de sensação de sono não profundo”, completa o especialista.

Ficou preocupado com a forma como você dorme? Para você saber se está errando ou acertando nessa hora, desvendamos as principais posições para dormir e indicamos como deixá-las melhores ou até mesmo a aprender a mudar e adotar uma forma mais saudável na hora do sono!

Dormir de lado

Se você costuma deitar-se completamente de lado, parabéns! Essa é considerada a melhor posição para dormir. Você sabe por quê? “A questão é que ao se deitar de lado, você consegue manter a coluna mais alinhada”, ensina o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Além disso, é uma posição que permite que tanto a cabeça quanto os pés fiquem da altura do coração, o que facilita muito a circulação, fazendo com que o corpo funcione normalmente durante o período em que você está dormindo.

Como melhorar a posição de lado

Porém, não adianta apenas ficar deitado do jeito certo, alguns ajustes são necessários. Primeiro, o travesseiro: “o ideal é que ele tenha a altura do ombro, para a cabeça não ficar inclinada”, estabelece o ortopedista Alexandre Podgaeti, coordenador da Comissão de Campanhas da Sociedade Brasileira de Coluna, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. “Colocar um travesseiro entre os joelhos também é bom, porque um joelho bate no outro e assim eles ficam alinhados ao tronco”, conclui o especialista.

A coluna também é um ponto a se ter atenção: tente respeitar as curvas naturais dessa estrutura, nada de tentar ficar retinho! Manter as pernas levemente flexionadas e o quadril relaxado também são ótimas pedidas para não forçar o nervo ciático. Quanto aos braços, nada de colocá-los para cima. “Dormir com o braço esticado em cima da cabeça pode fazê-lo acordar com dor no ombro, bursite ou tendinite… Isso é um reflexo de um travesseiro muito baixo”, reflete Podgaeti.

Dormir de barriga para cima

Essa não é a posição mais indicada, mas também não é de todo ruim para o corpo. O lado bom é que as articulações conseguem relaxar de forma satisfatória, impedindo torções e dores. Porém, a coluna não fica perfeita. “Você acaba retificando seu corpo, e o melhor jeito de manter as curvas da colina perfeita é deitando de lado”, pondera Podgaeti. Outra questão é a maior chance de problemas como a apneia ou ronco aparecerem em que se deita nesta posição. “A língua vai para trás, atrapalhando a respiração”, comenta o especialista. Lembrando que esse não é único fator que pode causar esses processos.

Como melhorar a posição de barriga para cima

Uma das formas de garantir que você durma melhor de barriga para cima é com o travesseiro. Ao contrário da posição de lado, em que ele fica mais alto, ao deitar-se virado para cima ele deve ser bem baixinho. “Assim, evita-se uma tensão na musculatura cervical”, explica Trevizani. Uma forma de garantir um relaxamento das pernas é colocar um travesseiro embaixo dos joelhos, o que permite que eles fiquem menos entendidos, relaxando os músculos da lombar e das coxas.

Já os braços, ao deitar-se de barriga para cima, devem ficar ao longo do corpo, ou com as mãos pousadas levemente sobre o abdômen. Sem por força, é claro, ou você acabará prejudicando a respiração. “Não é indicado colocar os braços para alto, pois acaba ficando desconfortável ao longo da noite”, friza o especialista.

Dormir de bruços

Se dormir de barriga para cima é aceitável, dormir de bruços é completamente contraindicado! Além de deixar o corpo reto também, da mesma forma que a primeira posição, ainda tem o agravante do pescoço. “Ao se deitar de lado, você precisa se virar para respirar, torcendo o pescoço cerca de noventa graus. Quando você coloca um travesseiro, então, além de torcer, você o hiperestende, causando dores cervicais”, descreve o ortopedista Podgaeti. Infelizmente, no caso dessa posição, não há muito o que resolver, de acordo com os especialistas. “Mesmo que muitas pessoas estejam adaptadas a essa posição e se sintam confortáveis, podem ocorrer problemas de cervicalgia, dor nos ombros, bursite, tendinite e até dor nas costas”, enumera o especialista.

E se mudo de posição ao longo da noite?

Infelizmente, só dá para controlar mesmo nossa posição antes de adormecer, depois disso, é normal que nosso corpo busque adaptação para ficar mais confortável, e nós acabemos nos movimentando um pouco. “Isso é normal, então o que você pode fazer é sempre começar seu sono numa melhor posição, o resto não dá pra controlar”, aconselha Podgaeti.

Porém, se você se mexe até demais, pode ser indicativo de outros problemas de sono. “Quem se vira muito na cama a noite precisa verificar se não há alteração no sono que pode gerar agitamento. Para isso existem tratamento específicos e é importante procurar um especialista em sono”, recomenda Trevizani.

Dá para mudar a posição em que eu durmo?

Outro problema é tentar mudar uma posição a qual seu corpo já está tão acostumado, não é mesmo? Mesmo os pequenos ajustes nas posições normais podem ser incômodos. Para o ortopedista Podgaeti, tudo é uma questão de treino e de insistência. “No começo sem dúvida você acaba voltando a posição ruim sozinho mesmo, mas com o tempo o corpo vai ficando cada vez mais na posição ideal e vai se acostumando”, indica o especialista. Pode ser um processo cansativo, mas vale a pena tentar melhorar, para garantir um sono mais leve e reparador, que vai inclusive recuperar você de todo esse esforço!

Fonte: www.minhavida.com.br

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Gastrite – Como tratar esse problema da mucosa estomacal?

Queimação e dor de estômago são as principais queixas de quem sofre de gastrite.

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Queimação e dor de estômago são as principais queixas de quem sofre com essa inflamação da mucosa estomacal. O desconforto esporádico, porém, não é suficiente para o veredicto de gastrite. Só vale a pena marcar uma consulta médica quando ele dura mais de duas semanas. Para o diagnóstico o especialista pedirá uma endoscopia. As imagens obtidas no exame revelarão se o indivíduo tem um dos dois tipos mais comuns da doença, a aguda, provocada pelo consumo abusivo de álcool ou de remédios, por exemplo, ou a crônica, que tem como causas principais o estresse constante, o cigarro e o café.

Uma bactéria, a Helicobacter pylori, também pode estar por trás do mal. “De qualquer forma, a dieta precisa sofrer mudanças”, avisa o gastrenterologista Orlando Ambrogini Júnior, da Universidade Federal de São Paulo, Unifesp. “Alimentos ácidos, gorduras, cafeína e álcool devem ser banidos.” Os remédios só entram em cena se, apesar das alterações no cardápio, a dor não for embora.

Veja alguns alimentos “incendiários” e outros “bombeiros” para quem sofre de gastrite

Bebida alcoólica

O consumo exagerado de álcool irrita a mucosa estomacal

Café

Goles além da conta facilitam o refluxo do suco gástrico, criando outro foco de incêndio

Derivados de tomate, como o Extrato

São produtos com alto teor de acidez e agridem um estômago mais sensível

Refrigerantes
Ácidos e cheios de gás, eles podem magoar as paredes do estômago e provocar desconfortos

Doces
A alta concentração de açúcar é culpada por deflagrar o queima-queima no órgão

Adoçante

Os aditivos químicos presentes no aspartame também estão por trás daquela baita irritação estomacal

 

Para apagar o fogaréu, conte com estas opções à mesa:

Gelatina

Ela dificulta a absorção dos carboidratos e das gorduras pelo estômago e intestino, aplacando a inflamação

Pão integral

Ele ajuda a controlar os níveis de ácido clorídrico, que contribui para acender a fogueira no estômago

Batata

É outra que ajuda a aplacar o processo inflamatório

Ovos

São fonte de zinco, que repara os estragos detonados na parede do estômago

Fonte: http://saude.abril.com.br

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Câncer de pele: sete sinais que justificam uma consulta com o dermatologista

Análise de pintas e manchas na pele pode antecipar o diagnóstico da doença.

pele

Pele muito clara
Para se bronzear, a pele precisa de células chamadas melanócitos, que são as responsáveis por produzir o pigmento melanina – que por sua vez dá cor à pele. Pessoas de pele clara têm menos melanócitos, e consequentemente irão produzir menos pigmento quando expostas ao sol. “A melanina é o nosso protetor solar natural, e quanto mais o indivíduo a possui, maior a proteção ao se expor ao sol e menos dano ele terá”, diz a dermatologista Ranaia Papsukawa, do Hospital Santa Luzia, em Brasília. Dessa forma, aqueles de pele muita clara sofrerão os danos da exposição solar mais facilmente, tendo portanto um risco aumentado tanto para o câncer de pele quando para o aparecimento de manchas e envelhecimento cutâneo. Por isso é importante que pessoas com a pele mais clara e que dificilmente se bronzeia visitem o dermatologista regularmente, ainda que não haja qualquer pinta ou sinal suspeito.

Sardas no rosto
“As sardas (ou efélides) são características de pessoas de peles muito claras, muitas vezes ruivas e de olhos claros, e devido a isto devem ficar mais atentas”, diz a dermatologista Samantha Kelmann, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Isso não quer dizer que as sardas se tornarão um câncer – as causas da formação de um e de outro são diferentes. No entanto, pessoas com sardas normalmente são mais sensíveis à luz solar, sofrendo um maior risco de desenvolver de lesões solares.

Pintas espalhadas pelo corpo
Quem tem muitas pintas ao longo do corpo deve ficar atento. “Pode ser algum tipo de síndrome genética que envolve outros órgãos e os sinais cutâneos, às vezes, são as primeiras manifestações que chamam a atenção para um problema maior”, alerta a dermatologista Ranaia. Segundo a dermatologista Samantha, pode ser que as pintas sejam apenas marcas genéticas sem comprometimento clínico, mas de qualquer forma devem ser avaliadas por um profissional. “Isso porque uma das muitas pintas pode passar a sofrer modificações que indiquem um câncer, e a pessoa pode não ficar atenta às mudanças.”

Pintas que se concentram em uma área
Pessoas que têm uma alta concentração de pintas de determinadas partes do corpo, principalmente áreas de maior exposição solar, como os ombros, devem considerar avaliação médica. O acompanhamento se faz necessário devido a maior possibilidade de transformação maligna, explica a dermatologista Raiana.

Alterações nas pintas
Os nevos podem ser benignos ou malignos, por isso, precisamos observá-los e monitorá-los. De acordo com a dermatologista Samantha são seguidos os critérios “ABCD” para avaliação de uma pinta:

A: assimetria – lesões assimétricas são mais preocupantes que as regulares
B: bordas – pintas com bordas irregulares merecem mais atenção
C: coloração – se o nevo tiver duas ou mais cores deverá ser observado
D: dimensão da lesão – se houver mais de 6 mm, entram na classificação de lesão a ser monitorada.

“No entanto, não necessariamente uma pinta em relevo e com diversas cores ou contorno irregular será maligna, mas ainda sim deverá ser avaliado por um médico dermatologista”, explica Samantha. É importante ficar atento para algumas alterações: se a pinta começar a coçar, crescer, sangrar ou mudar de aparência (ficar mais áspera, mais escura ou clara), pode ser um sinal de malignidade e um motivo forte para procurar seu médico.

Pele com diferentes tonalidades
Algumas pessoas podem apresentar cores variadas na pele devido à exposição solar. Essa concentração de melanina em determinadas partes do corpo pede atenção e deve ser analisada por um dermatologista. “No entanto, essa diferença de tonalidade pode ser genética e não indicar malignidade”, explica a dermatologista Samantha. De um modo geral, é importante que toda a pele seja examinada, seja no consultório médico ou no autoexame em casa.

Histórico de queimaduras solares
Os danos em nossa pele causados pelo sol no geral são decorrentes da exposição feita na infância, nos primeiros seis anos de vida – por isso, mesmo que você use protetor solar agora, deve considerar visitar um dermatologista se no passado tomava sol de maneira desprotegida. Histórico de intensa exposição solar e queimaduras com formação de bolhas de água na pele na infância e adolescência merecem atenção redobrada.

Fonte: www.minhavida.com.br

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Caminhada é boa opção para começar a praticar atividades físicas

Dar o primeiro passo para iniciar uma atividade física é sempre difícil, mas importante para ter qualidade de vida e uma rotina saudável. A dica dos cardiologistas é começar pela caminhada para depois conseguir correr no futuro. Porém, é preciso começar devagar para evitar lesões e dores no corpo.
Segundo cardiologistas, seja andar ou correr, qualquer exercício físico feito por, pelo menos, 30 minutos diários traz grandes benefícios para o coração. A caminhada é uma ótima opção para todos, pois não exige treinamento, técnica, equipamentos ou instrutores. Já a corrida exige avaliação médica e tem mais riscos ortopédicos e cardiovasculares.
Para quem quer começar, é importante escolher locais ao ar livre, com sombra e longes da poluição. A hidratação é extremamente importante, portanto, não se deve ficar muito exposto ao sol e sem beber água. O calçado ideal com um bom amortecedor também é essencial para prevenir lesões
A alimentação também é uma dúvida frequente de quem começa a fazer exercício. De acordo com nutricionistas, a dica principal é nunca fazer atividade física em jejum. Antes, é bom comer carboidratos em porções pequenas e, depois, proteínas e carboidratos. Treinar sem se alimentar corretamente, pode ocasionar hipoglicemia, desidratação e perder também massa magra.

Cãibras: Este problema pode ser causado pelo excesso de esforço associado à falta de preparo físico. Muitas pessoas acreditam que a principal causa da cãibra é a falta de potássio, porém, antes disso, vem a fadiga muscular. Ou seja, quando o músculo é muito exigido, mas não tem nutrientes para trabalhar, ele sofre algumas modificações estruturais que levam a uma acidose muscular. Para evitar as cãibras, especialistas recomendam tomar água de coco, comer banana e folhas verdes.
Se mesmo assim, o sintoma da cãibra persistir no meio do exercício físico, é necessário primeiro relaxar o músculo contraído e depois alongá-lo. No caso da corrida, é bom começar a diminuir o ritmo e caminhar com calma para tentar relaxar a musculatura.

Veja abaixo um infograma para quem deseja começar a praticar exercícios físicos:

exercicios

Fonte: Bem Estar

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