Arquivo do Autor:admin

Confira as bebidas que hidratam o corpo após o treino

Além da água, outros líquidos são feras da hidratação.

treino

 

Não adianta só fazer os exercícios direitinho e comer bem – hidratar-se adequadamente é de extrema importância. Quando praticamos atividades físicas, nosso corpo perde líquido e fica desidratado. A nutricionista Camila Leonel recomenda que a reposição de líquido seja feita imediatamente após o término do exercício, continuamente e de forma fracionada.

Quando pensamos em hidratação, a primeira coisa que nos vêm à cabeça é água. Porém, ela não precisa ser a única opção. Para hidratar-se, você também pode ingerir sucos e chás, por exemplo. Fizemos uma lista com algumas das bebidas mais comuns. Confira:

Bebidas isotônicas
“Elas são bebidas cuja composição é semelhante aos fluidos do nosso corpo e devem ser usadas, principalmente, para repor água e sais minerais perdidos pela transpiração”, diz a nutricionista Camila Leonel. Alguns exemplos de isotônicos são o soro caseiro, a água de coco e algumas fórmulas industrializadas.

Fique atento! Por conta dos sais minerais em excesso, essa bebida deve ser evitada por gestantes, lactantes, pessoas com hipertensão e/ou diabetes e pacientes com doenças renais não devem consumir a bebida isotônica industrializada, como afirma Camila.

Água de coco
A água de coco é considerada um isotônico natural, já que apresenta vários minerais, como sódio, potássio, fósforo e cloro. Por isso, além de hidratar, ela ajuda na recuperação de minerais. “É um líquido perfeito para reposição de água e minerais perdidos em atividades físicas ou na desidratação”, diz a nutricionista Camila Leonel.

Suco de frutas naturais
Ricos em vitaminas e minerais, os sucos de frutas cumprem bem o papel de hidratar o corpo. “Além de refrescantes, fornecem energia, acalmam e hidratam. Mas devem ser alternados com a água e não substituí-la”, lembra a nutricionista Camila Leonel.

Fonte: www.minhavida.com

Deixe um comentário

O que é MERS?

O que é MERS?

Com sua origem no Oriente Médio, MERS é uma doença respiratória causada por um coronavírus, chamado MERS-Cov. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 27% das pessoas infectadas morrem. MERS é uma sigla para Síndrome Respiratória do Oriente Médio (do inglês, Middle East Respiratory Syndrome).

Um vírus do mesmo tipo afetou o continente asiático em 2003, causando uma pneumonia chamada de SARS. Ela começou a se disseminar por meio de um corona vírus que veio dos animais, atingiu o homem e no homem desenvolveu a capacidade de se transmitir entre pessoas. O MERS tem um mecanismo semelhante.

O surto de SARS ocorreu principalmente na China. A doença foi controlada, terminando com 8 mil casos em todo o mundo e cerca de 700 mortes. Os especialistas ainda não sabem se a MERS irá se manifestar da mesma forma, se com mais ou menos intensidade.

Assim como a SARS, a suspeita é de que a MERS tenha chegado aos humanos através de um animal. Ainda não se sabe de qual animal o MERS veio – o palpite mais certo é que veio de um morcego ou outros animais mais próximos do homem. A única referência se tem hoje de infecção por MERS em animais são nos camelos do Oriente Médio, mas ainda não é certeza de que eles foram os responsáveis por contaminar serem humanos ou se foram vítimas do contágio por outro animal, assim como nós.

Causas
Epidemias de MERS foram detectadas ano passado em alguns países do Oriente Médio, como Kwatar, Kwait, Arábia Saudita e Jordânia. Nessas regiões foram notificados os primeiros casos da doença. Algumas pessoas que viajaram até a Península Arábica ou saíram dela para outro país acabaram manifestando a doença, levando os primeiros casos para a Europa e Estados Unidos.

A transmissão por MERS não acontece como o vírus da gripe, por exemplo. No caso da gripe, antes mesmo de você manifestar sintomas já é possível transmitir o vírus através de tosse, espirros ou outro tipo de contato direto. Gripe é uma doença com alta capacidade de contágio. Com a MERS é diferente.

Acredita-se que o vírus causador da MERS só tenha capacidade de transmissão nos estágios mais avançados da doença, nos quais o paciente já possui uma carga muito grande do vírus no corpo, acometendo o pulmão. Nessa fase, o paciente é capaz de eliminar MERS-cov pela tosse, aumentando o risco de transmissão via aérea. Dessa forma, para transmitir MERS é necessário um contato direto por muito tempo com a pessoa infectada.

É importante, portando, que qualquer pessoa com suspeita de MERS seja deixada no hospital em quarentena, evitando a transmissão.

Fatores de risco
Atualmente, o maior fator de risco para contrair MERS é viajar para algum país da Península Arábica, ou estar constantemente em contato com turistas que venham dessas regiões.

Sintomas de MERS
Os principais sintomas de MERS são:

Febre
Tosse
Dificuldade pra respirar
Falta de ar
Mal estar.

Buscando ajuda médica
Na presença dos sintomas descritos é necessário procurar um médico, principalmente se você fez uma viagem para o Oriente Médio.

Diagnóstico de MERS
Todos os casos de infecção respiratória vindos da Península Arábica devem ser colocados em quarentena.

Para o estabelecimento do diagnóstico, deve-se obter amostras de secreções das vias aéreas inferiores e buscar a presença do vírus nas mucosas. Hoje em dia esse é o único meio de obter o diagnóstico acertivo para MERS.

Tratamento de MERS
Não há vacina ou tratamento específico para MERS. O que os médicos e enfermeiros fazem hoje é tratar os sintomas, com medicamentos para febre e aparelhos para ajudar na respiração. Atualmente, o que se pode fazer é esperar o próprio corpo combater o vírus.

Prevenção
A Organização Mundial de Saúde e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA não que as pessoas mudam seus planos de viagem por causa da propagação do vírus. No entanto, aqueles que se dirigem ao Oriente Médio devem tomar medidas comumente conhecidas para prevenir doenças respiratórias, tais como lavar as mãos, cobrindo o nariz e a boca quando espirrar ou tossir e evitar pessoas doentes. Não esfregar as mãos sujas nos olhos ou boca também é uma recomendação.

Deixe um comentário

Soja: varie no consumo e recheie seu cardápio

Soja: varie no consumo e recheie seu cardápio

Farinha ou mesmo leite feito do grão podem turbinar o prato.

A soja é um grão rico em proteínas cujo cultivo começou na Ásia há mais de cinco mil anos. “Além de reduzir os níveis de colesterol LDL e aumentar o HDL, o grão também possui isoflavonas, substâncias que ajudam a atenuar os efeitos da menopausa e evitar a perda de massa óssea”, afirma o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia.

Apesar do grão de soja ser amplamente consumido, principalmente entre os vegetarianos, algumas pessoas não conhecem todo o potencial que esse alimento oferece a sua versatilidade. Veja as diferentes formas de consumir a soja e escolha sua favorita:

Grão de soja

“Um dos principais destaques da composição da soja são as isoflavonas, um fitoquímico capaz de atenuar os sintomas da menopausa por participar da produção, do metabolismo e da ação dos hormônios sexuais”, afirma o nutrólogo Roberto Navaro, da Associação Brasileira de Nutrologia. Em outras palavras, as isoflavonas atuam como um substituto desse hormônio, que sofre uma queda no climatério, e contribuem para a manutenção do equilíbrio hormonal.
A soja também é rica em proteínas, nutriente que auxilia no crescimento de crianças, na formação e manutenção dos órgãos e na cicatrização. Assim, ela pode ser um bom substituto para a carne. “Ela também é rica em fibras, por isso o seu consumo ajuda a melhorar o trânsito intestinal”, completa Roberto. Outros nutrientes presentes na soja são o fósforo, que auxilia na manutenção do cálcio nos ossos, e a vitamina K, que é necessária para o mecanismo de coagulação sanguínea.

No entanto, é preciso tomar cuidado ao consumir o grão de soja, que não pode ser ingerido cru. “A soja tem uma substância que diminui o funcionamento da glândula da tireoide, pois inibe a absorção do iodo pelo órgão”, diz o nutrólogo. Quando expões o grão a altas temperaturas, cozinhando ou aquecendo de outra forma, essa ação perde o efeito. “As farinhas e outros produtos industrializados da soja passam por aquecimento ou processo de pasteurização, sendo seguros”, conta. Dessa forma, o grão de soja pode ser preparado cozido seco ou com caldo, como feijão, e consumido quente ou frio, acompanhado de uma salada, por exemplo.

Leite de soja

Também conhecido como bebida de soja, o líquido é produzido triturando os grãos de soja misturados na água. “A soja é rica em fibras, e no leite de soja essa quantidade diminui consideravelmente, uma vez que sua estrutura é quebrada – são 1,3 gramas de fibras no leite contra 6g no grão cozido”, explica o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia. O conteúdo de proteínas é muito próximo ao da soja natural, já a quantidade de cálcio é menor, ele se concentra na fibra vegetal. “É comum os leites de soja serem enriquecidos com nutrientes, principalmente o cálcio, basta verificar a embalagem”, completa o nutrólogo.

Além disso, o leite de soja é isento de lactose, beneficiando aqueles que são intolerantes ou alérgicos à lactose, que é uma proteína do leite da vaca. “Outra vantagem do leite de soja é seu baixo teor de gordura (1,92g)”, diz a nutróloga Vivian Ferreira, da Associação Brasileira de Nutrologia. O leite de soja enriquecido com cálcio pode ser consumido todos os dias.

Tofu

Adotado como o queijo dos veganos, o tofu é a soja talhada, como se fosse um iogurte do leite da soja. “Ele tem maiores quantidades de cálcio (201 mg) e proteínas (8,19 g)”, diz o nutrólogo Roberto. Isso se deve ao fato de que a soja está mais concentrada nesse alimento. “Além disso, ele tem baixa caloria e é rico em vitaminas do complexo B”, ressalta a nutróloga Vivian. Outro ponto é o cálcio: em números absolutos, podemos dizer que uma porção de tofu tem mais cálcio que um copo de leite – entretanto, a biodisponibilidade deste é menor no derivado da soja. Isso quer dizer que, apesar de o alimento possuir grandes quantidades daquele nutriente, nosso corpo não consegue absorver.

Por ter menos gordura que o queijo ele perde em cremosidade, por isso o ideal é consumi-lo assado. “Algumas indústrias fazem o tofu em forma de creme, ficando parecido com um requeijão”, afirma Roberto Navarro, que recomenda caprichar nos temperos antes de consumir o alimento, uma vez que seu gosto não é muito aparente.
“O tofu pode ser usado em sopas, saladas e base para molhos e patês”, conta Valéria.

Farinha de soja

A farinha de soja conserva todos os nutrientes da soja, e a mesma porção acaba por ter uma quantidade maior destes, já que o alimento está triturado e concentrado. “Isso quer dizer que uma porção de farinha de soja tem mais fibras, mas também tem mais calorias e gorduras (436 calorias e 20g de gorduras)”, explica o nutrólogo Roberto. A farinha de soja pode ser usada em receitas, inclusive para aqueles que são intolerantes ao glúten, uma vez que o grão não contém a substância. “O conteúdo de uma xícara de farinha de trigo equivale, aproximadamente, a 3/4 de xícara farinha de soja”, afirma a nutricionista Vivian.

Proteína texturizada da soja

Também conhecido como carne de soja, a proteína texturizada da soja é fabricada a partir da farinha de soja desengordurada, que é submetida a um tratamento térmico, no qual ocorrem mudanças em sua estrutura química e física. “Esse processo aumenta o aporte proteico do alimento (58g por porção) e diminui as quantidades de gorduras totais (0,46g)”, afirma o nutrólogo Roberto. O melhor jeito de consumir a proteína de soja é hidratada e cozida, dando um aspecto de carne bovina. Pode ser temperada com ervas ou o caldo que sobra do cozimento de outros pratos, por exemplo.

Soja torrada

O grão de soja torrado e temperado, muitas vezes vendido em saquinhos de pequenas porções, é uma opção para lanche. “O problema é que a versão industrializada está acrescida de sódio, porque vem temperada”, afirma o nutrólogo Roberto. Se você fizer caseiro é mais saudável, pois o valor nutricional é conservado e as calorias não sofrem alteração significativa. “Entretanto, nunca frite a soja em vez de torrá-la, pois você acresce gordura à porção.”

Óleo de soja

Esse produto é resultando da extração de gordura poli-insaturada da soja, que vem acompanhada de grandes quantidades de vitamina E. “A proporção de ômega 6 no óleo de soja é maior que a de ômega 3″, afirma Roberto Navarro. Entretanto, segundo os nutricionistas, esse não é o melhor óleo para se incluir na dieta, uma vez que ele é pobre em outros nutrientes, e aqueles que restam podem ser perdidos quando a gordura é exposta a altas temperaturas. “A recomendação é consumir entre uma e duas colheres de óleo soja por dia no máximo, mas sempre preferindo utilizar outros óleos, como o azeite”, diz.

Soja verde

“É um alimento rico em proteínas, vitaminas A B e C, ácido fólico, cálcio, ômega 3 e isoflavonas”, afirma a nutróloga Vivian. Também conhecida como edamame, a soja verde é amplamente consumida no Japão. O grão é encontrado dentro de vagens, que são descartadas para o consumo. No Brasil, a soja verde pode ser encontrada em supermercados e até no cardápio de alguns restaurantes e bares. “Entretanto, o ideal é consumi-la como um lanche ou acompanhando o resto do prato, evitando o consumo de bebida alcoólica”, alerta o nutrólogo Roberto.

Soja preta

Apesar de não ser muito diferente da soja amarela em quantidade de nutrientes, a soja preta tem um ponto de destaque – ela é rica em antioxidantes, principalmente as antocianinas. “Elas são consideradas o maior e o mais importante grupo de pigmentos solúveis em água, encontrada em plantas e amplamente consumidas em vegetais, frutas e vinho tinto”, explica a nutróloga Vivian. As antocianinas, bem como outros flavonoides, protegem nosso organismo de doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, inflamações, infecções virais e obesidade. De acordo com uma tese da bromatóloga Diana Figueiredo de Rezende, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), a soja preta apresentou atividade antioxidante 50 a 70% maior que a amarela.

Deixe um comentário

Suco hidratante de alcaçuz

Aprenda a fazer esta saudável receita

alcaçuz

Ingredientes:
1/4 pepino sem casca
1/4 beterraba
1/2 maçã
1/2 cenouras
1/6 da colher de café de alcaçuz em pó

Modo de preparo:
Lave e corte todos os ingredientes, bata no liquidificador com um pouco de água filtrada e beba a seguir.

Deixe um comentário

Dermatite de contato

O que é Dermatite de contato?
A dermatite de contato é uma inflamação da pele causada por contato direto com uma substância irritante.

dermatite

Causas
A dermatite de contato é uma inflamação da pele causada pelo contato direto com uma substância irritante ou causadora de alergia (irritante ou alérgeno). As reações podem variar na mesma pessoa com o passar do tempo. Um histórico de qualquer tipo de alergia aumenta o risco dessa condição.

A dermatite irritante, o tipo mais comum de dermatite de contato, é uma inflamação resultante do contato com ácidos, materiais alcalinos, como sabonetes e detergentes, solventes ou outras substâncias químicas. A reação geralmente tem a aparência de uma queimadura.

A dermatite de contato alérgica, o segundo tipo mais comum de dermatite de contato, é causada pela exposição a uma substância ou material a que a pessoa é muito sensível ou alérgica. A reação alérgica geralmente não é imediata, pois a erupção pode surgir de 24 a 48 horas após a exposição. A inflamação na pele varia de irritação leve e vermelhidão a feridas abertas, dependendo do tipo de irritante, da parte do corpo afetada e da sua sensibilidade.

A dermatite por tratamento excessivo é uma forma de dermatite de contato que ocorre quando o tratamento para outra doença de pele causa a irritação.

Alérgenos comuns associados à dermatite de contato:

Hera venenosa, carvalho venenoso, sumagre venenoso
Outras plantas
Níquel ou outros metais
Antibióticos, principalmente os aplicados na superfície da pele (tópicos)
Anestésicos tópicos
Outros medicamentos
Borracha ou látex
Cosméticos
Roupas e tecidos
Detergentes
Solventes
Adesivos
Odores, perfumes
Outras substâncias ou materiais químicos
A dermatite de contato pode acarretar na reação a uma substância a qual você foi exposto ou que usa frequentemente. Embora possa não haver uma reação inicial, o uso regular (por exemplo, removedor de esmalte, conservantes nas soluções para lentes de contato ou contato frequente com o metal de brincos e relógios) pode, com o tempo, causar sensibilidade e reação ao produto.

Alguns produtos causam reação somente quando entram em contato com a pele e são expostos à luz do sol (fotossensibilidade). Exemplos disso são as loções para barbear, protetores solares, pomadas de enxofre, alguns perfumes, produtos com alcatrão de carvão e sumo da casca do limão. Alguns alérgenos transportados pelo ar, como a tasneira ou um spray inseticida, podem causar a dermatite de contato.

Exames
O diagnóstico é baseado principalmente na aparência da pele e no histórico de exposição a um irritante ou alérgeno.

De acordo com a Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia, o “teste de contato é o padrão de referência para a identificação de alérgenos de contato”. O teste de alergia com adesivos colocados na pele pode isolar o alérgeno suspeito de causar a reação.

O teste de contato é usado em pacientes que têm dermatite de contato crônica e recorrente. Ele requer três consultas médicas e deve ser realizado por um profissional com experiência nos procedimentos e interpretação dos resultados. Na primeira consulta, pequenos adesivos com possíveis alérgenos são colocados na pele. Esses adesivos são retirados após 48 horas para ver se ocorreu alguma reação. Uma terceira visita, cerca de dois dias depois, é necessária para avaliar qualquer reação que não seja imediata. Você deve levar os materiais suspeitos com você, principalmente se já tiver testado esses materiais antes em uma pequena área de sua pele e notado uma reação.

Outros testes podem ser usados para descartar demais causas possíveis, incluindo a biópsia de lesão de pele ou a cultura da lesão de pele (consulte cultura da biópsia de mucosa ou pele).

Sintomas de Dermatite de contato
Coceira (prurido) na pele de áreas expostas
Vermelhidão ou inflamação na pele da área exposta
Sensibilidade na pele da área exposta
Inchaço localizado da pele
Calor na área exposta (pode ocorrer)
Lesões de qualquer tipo: vermelhidão, erupção, pápulas (como espinhas), vesículas e bolhas
Podem envolver exsudação, drenagem ou encrostação
Podem escamar, engrossar ou ficar mais grossa

Buscando ajuda médica
Ligue para seu médico se os sintomas indicarem uma dermatite de contato e se ela for grave ou se não houver melhora após o tratamento.

Tratamento de Dermatite de contato
O tratamento inicial inclui uma lavagem completa com bastante água para remover qualquer traço do irritante que possa ter permanecido na pele. A exposição aos irritantes ou alérgenos conhecidos deve ser evitada.

Em alguns casos, o melhor tratamento é não fazer nada na área.

Os cremes ou pomadas com corticosteroides podem reduzir a inflamação. Siga cuidadosamente as instruções ao utilizar esses cremes porque o uso excessivo, mesmo de produtos com efeito reduzido vendidos sem receita médica, pode causar uma doença de pele complicada. Em casos graves, os corticosteroides sistêmicos podem ser necessários para reduzir a inflamação. Eles geralmente são aplicados com uma redução gradual por cerca de 12 dias para evitar o reaparecimento da erupção. Além do tratamento com corticosteroide, ou em substituição a ele, o médico pode receitar pomada com tacrolimo ou creme com pimecrolimo.

Expectativas
A dermatite de contato geralmente desaparece sem complicações em duas ou três semanas, mas pode voltar se a substância ou o material que a causou não for identificado ou evitado. Pode ser necessário mudar de emprego ou de hábitos profissionais se a doença for causada por alguma exposição relacionada ao trabalho.

Compressas úmidas e cremes anticoceira (antiprurido) calmantes ou secantes podem ser recomendados para reduzir outros sintomas.

Complicações possíveis
Infecções bacterianas secundárias podem ocorrer.

Prevenção
Evite ter contato com alérgenos conhecidos. Use luvas protetoras ou outras barreiras se o contato com essas substâncias for provável ou inevitável. Lave a pele cuidadosamente após o contato com essas substâncias. Evite tratar excessivamente as doenças de pele.

Fontes e referências:
Gober MD, DeCapite TJ, Gaspari AA. Contact dermatitis. In: Adkinson NF Jr, ed. Middleton’s Allergy: Principles and Practice. 7th ed. Philadelphia, Pa: Mosby Elsevier; 2008:chap 63.
Habif TP. Contact dermatitis and patch testing. In: Habif TP, ed. Clinical Dermatology. 5th ed. Philadelphia, Pa: Mosby Elsevier; 2009:chap 4.

Deixe um comentário

Mude os hábitos para prevenir arritmias cardíacas

As arritmias são alterações do ritmo cardíaco, tanto para uma frequência mais alta (taquicardia) quanto para menor (bradicardia). Em ambas há o risco de surgimento de outras doenças cardiovasculares, como infarto e AVC e morte súbita. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 5% da população brasileira sofre com algum tipo de arritmia, incluindo pessoas mais jovens – ao contrário do que se pensa sobre esse tipo de doença. Isolada, ela não representa nenhum risco. Mas, sem acompanhamento médico, o problema pode se agravar e comprometer não só os batimentos cardíacos como o sistema circulatório. Confira os hábitos necessários para controlar o problema ou evitar que ele apareça.

arr

Cuidado com a cafeína
Café, chá, chocolate e refrigerante contêm cafeína e são conhecidos por seus efeitos estimulantes em nosso sistema nervoso. A cafeína também pode gerar uma contração e batimentos mais rápidos do coração, não sendo recomendado para quem sofre de arritmias, de acordo com o arritmologista Jefferson Jaber, do Hospital Santa Virgínia e membro da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas. Segundo ele, o ideal é ingerir até 300ml por dia, caso esteja tudo bem. “Sob suspeita, o ideal é perguntar ao cardiologista se há necessidade de interromper o consumo”, afirma.

Álcool com moderação
O consumo excessivo de bebidas alcoólicas está diretamente associado ao quadro de arritmia. “A fibrilação atrial é a arritmia mais decorrente nesses casos”, conta Jefferson. De acordo com ele, a ingestão excessiva de álcool estimula o sistema adrenégico (formado pelos receptores cerebrais responsáveis por produzir adrenalina), o que vai aumentar o batimento cardíaco e piorar um quadro de arritmia.

Fuja das “dietas da moda”
Dietas com uma restrição de calorias muito elevada ou à base apenas de líquidos podem levar a distúrbios metabólicos, deficiência de nutrientes e desidratação – todas essas condições podem alterar o ritmo dos batimentos cardíacos, tanto para mais quanto para menos, gerando ou piorando um quadro de arritmia. De acordo com Jefferson, uma alimentação pobre em vitamina E, C e do complexo B pode interferir na pressão sanguínea, elevando os batimentos cardíacos e causando arritmias.

Durma bem!
A otorrinolaringologista e especialista em medicina do sono pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, Fernanda Haddad, explica que a apneia do sono aumenta os riscos de arritmia. “A respiração de pessoas com apneia fica mais intensa durante a noite, por causa da obstrução nas vias respiratórias”, conta. O esforço para respirar gera um aumento da pressão sanguínea, elevando os batimentos cardíacos, aumentando os riscos de arritmia ou de complicações decorrentes dela.

Faça exercícios
regularmente Pesquisas comprovam que a prática de atividade física leve a moderada diminui a incidência de arritmias. “Pessoas sedentárias têm até 25% a mais de chance de sofrer uma arritmia”, afirma o arritmologista Jefferson Jaber. Mas é importante fazer uma avaliação física antes de começar a treinar, porque alguns problemas de coração limitam o tipo de exercícios que pode ser realizado sem riscos à saúde.

Coma mais salada
Pessoas que sofrem com fibrilação atrial correm mais risco de sofrer um AVC e, por conta disso, precisam tomar um medicamento anticoagulante chamado varfarina. Jefferson explica que o consumo irregular de folhas verdes pode interferir no funcionamento do medicamento, tornando-o ineficiente. “Quem toma varfarina precisa consumir a mesma quantidade de folhas verdes todos os dias”, conta Jefferson. Isso vale para todos os tipos de folhosas, como alface, rúcula, espinafre ou repolho.

Atenção às gorduras
Jefferson conta que o consumo exagerado de gorduras interfere de forma indireta na incidência de arritmias. “A gordura pode formar placas na parede dos vasos sanguíneos, principalmente nos coronários”, conta ele. Esse acúmulo de gordura, por sua vez, aumenta a pressão sanguínea e pode causar não só as arritmias, como outras doenças cardiovasculares.

Cigarro
A nicotina leva à liberação de substâncias como adrenalina, que estimulam o coração, elevando os batimentos cardíacos e causando taquicardia. “Estudos comprovam que mesmo as pessoas que fumaram e já pararam correm mais risco de sofrer fibrilações arteriais”, conta Jefferson. Além disso, por conta da produção de adrenalina inconstante, o batimento cardíaco fica desorganizado, aumentando o risco de outros problemas cardíacos.

Fonte: www.minhavida.com.br

Deixe um comentário

Dica do dia: Suco Verde

Dica do dia: Suco Verde

Bebida ajuda a emagrecer, limpar o organismo e combater a prisão de ventre.

INGREDIENTES: (Para 1 pessoa)

1,5 xícaras de água
1 pé de alface
1 punhado de folhas de espinafre
3 talos de aipo
1 maçã
1 pêra
1 banana
Suco de meio limão

PREPARAÇÃO: Coloque no liquidificador a água, a alface e o espinafre. Triture. Adicione o aipo, a maçã e a pêra bem lavados e com pele. Bata novamente. Por último, acrescente a banana e o suco de limão. Tome um terço do batido no café da manhã e o resto dura até os dois dias seguintes.

Deixe um comentário

Como Tratar a Intolerância ao Exercício

exerc

À intolerância ao exercício é um sintoma comum entre as pessoas que sofrem de doença cardíaca, doença mitocondrial ou distúrbios metabólicos. Em tais casos, a conversão normal dos alimentos ou oxigênio em energia é interrompida, deixando o paciente sem o fornecimento adequado.

Os graus de intolerância ao exercício podem variar: podem se apresentar após o menor esforço ou exigem um esforço mais sustentado para ser reconhecido, e pode afetar a vítima durante ou após o exercício, como fadiga, cãibras musculares, depressão, ritmo cardíaco insuficiente, alterações na pressão arterial e cianose.

Se os distúrbios da tireoide são a causa de extrema fadiga após o exercício, os médicos geralmente prescrevem medicamentos para regular a glândula tireoide e podem recomendar uma dieta especial para as pessoas com extrema fadiga causada por alterações musculares metabólicas.

Além disso, em alguns casos, os médicos podem prescrever antidepressivos ou multivitaminas, para tratar a fadiga causada ou agravada por depressão ou má nutrição.

Beber água ou uma bebida esportiva durante e após o exercício pode prevenir a fadiga causada pela desidratação.

Durante os meses mais quentes do ano, considere realizar o exercício em uma área com ar condicionado ou nas primeiras horas da manhã, quando é mais frio do lado de fora.

Para aumentar a resistência, aumente gradualmente à duração e a frequência das sessões de treinamento, tal como foi recomendado pelo médico, e considere realizar um exercício leve como caminhada, em vez de começar com uma rotina vigorosa, que pode amplificar a fadiga.

A fadiga durante e após a corrida pode indicar uma deficiência de calorias ou de algumas vitaminas ou minerais. Como um corredor, sua dieta deve consistir de 50 a 70% de carboidratos, 20 a 30% de gorduras e 10 a 20% de proteínas.

Você deve consumir uma variedade de alimentos que possam te ajudar a ingerir as quantidades adequadas de vitaminas e minerais, como vitamina B12, B6 e ferro.

As vitaminas B são necessárias para o metabolismo de energia, das células vermelhas do sangue e da saúde dos nervos, enquanto que o ferro é utilizado para transportar oxigênio para os tecidos musculares.

Fonte: Saudedicas.com

Deixe um comentário

Derrube nove mitos sobre exames médicos

As visitas anuais ao médico são um sinônimo para bateria de exames. Os exames laboratoriais devem ser feitos sempre após uma consulta médica, já que eles são um complemento da avaliação clínica do paciente. Ele irá avaliar sua idade, histórico familiar e outras doenças relacionadas, estudando a sua necessidade de fazer aqueles exames e analisar os resultados com propriedade.

Horas de jejum, a busca por um acompanhante e a dificuldade de encontrar horário na agenda são alguns dos dilemas de quem enfrenta o check-up. Mas, felizmente, esses cuidados não são necessários para todos os testes que você irá realizar. Confira a lista com os principais mitos sobre exames médicos e quando realmente é preciso tomar essas precauções:

exames

Nem todo exame precisa de jejum

Existem, sim, alguns exames em que o jejum de 12 horas é necessário, mas esses são uma minoria. “O jejum precisa ser feito porque os valores de referência dos exames de laboratório foram estabelecidos em seres humanos dentro desse estado de jejum”, explica o patologista Nairo Sumita, assessor médico na área de Bioquímica Clínica do Fleury Medicina e Saúde. “A melhor maneira de minimizar fatores que possam interferir nos valores é manter o jejum para testes que sofrem interferência da alimentação no resultado.” Entretanto, nem todos pedem um jejum de 12 horas – alguns exames necessitam de oito horas de jejum, outros de três horas, e tem aqueles que não necessitam de jejum.

Segundo o especialista, existem dois exames em que o jejum deve ser feito com certeza: a dosagem de glicose no sangue (glicemia) e dosagem do perfil lipídico (colesterol e triglicérides). Nesses casos, o jejum de oito e 12 horas é necessário porque é o tempo que o organismo leva para metabolizar glicose e gordura, respectivamente.

Uma dica para não ficar horas sem comer é marcar os exames pela manhã, uma vez que você passará boa parte do jejum dormindo. Lembrando que você pode ingerir água durante o período de jejum, mas evitando grandes quantidades. ”

Também não devemos passar mais de 14 horas em jejum, pois a partir desse período nosso metabolismo começa a ficar alterado.”

Irei perder o dia inteiro?

O importante é se planejar e em primeiro lugar se informar com o laboratório quais são os horários de pico. Os laboratórios em geral costumam ficar mais cheios de manhã por conta dos exames que são realizados em jejum. Mas será que ele é necessário para o seu caso? Por isso, também é importante tirar a dúvida com o seu médico.

“Os exames de sangue no geral levam minutos para serem realizados, permitindo a pessoa retomar suas atividades após”, explica o patologista clínico Gustavo Rassi, presidente da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica – regional Goiás.

Segundo os especialistas, os exames que necessitam de anestesia são os que pedem mais atenção, uma vez que o efeito demora a passar e o paciente precisa ficar em repouso. Exemplos de exames feitos com anestesia são a colonoscopia e a endoscopia. Além disso, outros testes podem demorar mais tempo para serem realizados, como uma ressonância magnética ou dermatoscopia digital. Se você estiver na dúvida sobre quanto tempo reservar para o exame, pergunte ao médico ou laboratório.

Frequência dos exames

Ao falar em check-up médico, logo nos vem à cabeça aquela bateria interminável de exames que devemos fazer todo o ano. Há quem separe dias inteiros nas férias dedicados a isso, e também aqueles que têm preguiça só de pensar na quantidade de testes. Para os que se enquadram no último grupo, saibam que nem todo o exame precisa ser repetido anualmente – tudo dependerá da orientação médica. A densitometria óssea, por exemplo, é indicada a cada dois anos para acompanhar a densidade óssea a impedir o aparecimento da osteoporose. Já a colonoscopia, o exame que investiga a saúde do intestino, é indicado a cada cinco anos em pessoas assintomáticas e acima dos 50 anos. “Outros exames são pedidos apenas para pessoas que tem algum sintoma, como deficiências nutricionais ou tomografias, não sendo necessário repetir anualmente”, explica o patologista Nairo Sumita, do Fleury Medicina e Saúde.

Será que vai doer?

A possibilidade de sentir dor pode fazer muitos pacientes desistirem de seus exames. Entretanto, testes mais complicados, como colonoscopia e endoscopia, podem ser feitos com anestesia e sem qualquer dor. Mesmo a dor da picada nos exames de sangue pode ser controlada se você estiver relaxado e conversar sobre seu medo com o profissional que aplicará o teste. O importante é não deixar esse detalhe atrapalhar sua rotina em pró da saúde.

Exames de coleta

Testes com amostras de urina e fezes podem ser um tormento para aqueles com a bexiga e intestino mais lentos. Por sorte, você não precisa ter uma data marcada para entregá-los e muito menos fazê-los obrigatoriamente no laboratório. “O exame de urina, que é uma urina normal, a orientação é que o paciente fique três a quatro horas sem urinar para conseguir coletar já no laboratório”, diz o patologista Nairo. Se mesmo com essa orientação a pessoa não conseguir urinar, ela vai para casa com o potinho da coleta e segue as orientações do profissional. “Já o exame de fezes depende da pessoa, e por isso ela pode coletar em casa ou em um local fora do laboratório, sempre seguindo as instruções do médico”, lembra o especialista.

Você deve estar perguntando o que fazer com esse potinho de urina ou fezes fabricado em domicílio. E a resposta é simples: para exames de urina, o ideal é levar ao laboratório em até duas horas, uma vez que o contato com o ar pode favorecer a proliferação de bactérias, comprometendo os componentes urinários e induzindo o médico a um diagnóstico equivocado. “Testes para detecta

r infecção urinária devem ser entregues frescos, para não levantar falsas suspeitas”, explica. O exame de fezes pode ser entregue até 24 horas depois da coleta, devendo ser mantido em refrigeração até chegar ao laboratório.

Mudança de hábitos

Buscando o melhor resultado muitos pacientes procuram largar vícios, como cigarro e álcool, dias ou semanas antes do exame por conta própria, para depois retomá-los. De acordo com o patologista Nairo, alguns inclusive começam a fazer exercícios nesse período, a fim de ganhar uns pontinhos no laudo médico. “Entretanto, essas práticas não são recomendadas, uma vez que o médico precisa avaliar o estado real do paciente”, diz. Apenas o médico ou o laboratório poderão recomendar o abandono do cigarro, álcool, medicamentos , assim como a prática de jejum, atividades sexuais, entre outros hábitos, visando a realização do exame.

É sempre necessário um acompanhante?

A principal preocupação ao fazermos a bateria de exames é passar mal ou sofrer algum tipo de complicação. Seguindo essa linha, muitos acreditam que seja necessário levar um acompanhante para qualquer teste que seja feito, de forma a minimizar qualquer dano. “A equipe do laboratório está preparada para qualquer tipo de problema e habilitada a dar qualquer tipo de informação sobre os exames”, afirma o patologista clínico Gustavo, do Fleury Medicina e Saúde. Dessa forma, perder a data de um exame por falta de companhia pode não ser a melhor escolha e movimentar a família para esse fim pode ser um exercício em vão. “Os testes feitos com anestesia, sim, necessitam da presença de um acompanhante, uma vez que o paciente não estará em condições de voltar para casa sozinho após o exame”, afirma o especialista. Na dúvida, converse com o seu médico ou com o laboratório na hora de marcar o teste.

Seu estado de saúde pode interferir nos resultados

Até um simples resfriado pode fazer a diferença. Se for um exame de check-up, o melhor é avaliar o estado de saúde em condições habituais. Segundo o patologista Nairo, um paciente com uma doença muitas vezes sofre alterações momentâneas de alguns exames laboratoriais, por conta da luta do organismo contra um agente agressor. “Dessa forma, o ideal é remarcar o exame e esperar até que a pessoa esteja recuperada”, afirma. No entanto, se os testes estão sendo pedidos para diagnóstico ou acompanhamento de uma doença, a ideia é que os testes sejam feitos em curso com o problema.

Continuar ou cessar a medicação

Pacientes em tratamento não devem deixar de tomar suas medicações para fazer um exame, a não ser que seu médico lhe peça para interromper. “Para testes que devem ser feitos em jejum, a orientação é tomar o medicamento após a coleta de sangue”, afirma o patologista Nairo. Quando for marcar o exame, tente escolher o horário logo antes de ingerir o medicamento, de forma que você não precise atrasar a dose e nem correr o risco desta interferir no resultado do teste. “Conforme as horas passam, a concentração do medicamento vai diminuindo em nosso sangue, por isso o ideal é fazer o exame o mais longe possível da última dose”, lembra o especialista.

Fora isso, há situações em que o médico quer saber como está o seu corpo na vigência do medicamento, se a dose está correta e fazendo efeito. “Nesses casos, o paciente irá usar o medicamento de forma habitual e contínua”, conta Nairo. Esse tipo de exame é pedido para que o médico possa avaliar possíveis efeitos colaterais do remédio e se ele precisa diminuir ou aumentar a dose.  

Fonte: www.minhavida.com.br

Deixe um comentário

Endometriose: conheça os fatores de risco para a doença

A endometriose atinge de 10 a 15% das mulheres em idade reprodutiva, segundo dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Isso significa que mais de seis milhões de mulheres no Brasil sofrem com esse problema. A endometriose é uma condição na qual o tecido que reveste a parede interna do útero (endométrio) cresce em outras regiões do corpo, causando dor, sangramento irregular e possível infertilidade. Essa formação de tecido normalmente ocorre na região pélvica, nos ovários, no intestino, no reto, na bexiga e na pélvis. “Os sintomas principais da endometriose são as cólicas menstruais que não melhoram com medicação habitual, dores na relação sexual e sintomas urinários e intestinais como dor ao evacuar e sangramento”, explica a ginecologista Sueli Raposo, do Laboratório Pasteur, em Brasília. Segundo a especialista, o diagnóstico da doença costuma ser muito tardio, uma vez que ela tem uma evolução lenta e muitas mulheres ignoram esses sintomas. Por isso é importante fazer o acompanhamento com o ginecologista e ficar atento aos fatores que podem favorecer a doença. Conheça-os:

Endometriose

 

Histórico familiar

Ainda não se sabe a causa exata da endometriose, mas sabe-se que o histórico familiar é um fator importante para se observar. “Mulheres com mãe ou irmã com endometriose apresentam maior risco de ter a doença e podem apresentar formas mais graves”, explica a ginecologista Sueli Raposo, do Laboratório Pasteur, em Brasília. Por isso, se você tem algum caso da doença na família, converse com seu ginecologista e fique atento para o acompanhamento.

Número de menstruações

“Mulheres com ciclos menstruais mais curtos, fluxo menstrual intenso e primeira menstruação precoce parecem apresentar maior risco de endometriose”, explica a ginecologista Sueli. Além disso, explica a especialista, alguns estudos mostraram que um menor número de gestações também pode estar associado a um risco para endometriose, pelo fato de a gravidez diminuir o número de gestações – mas ainda não há dados suficientes que comprovem essa tese. “Com a mudança na vida das mulheres, que hoje adiam a maternidade, isso leva a um maior número de ciclos menstruais durante a vida, aumentando as chances de ter a doença”, afirma Sueli. Se compararmos com as mulheres do século passado, que tinham a primeira menstruação mais tardia e filhos mais cedo, além de passar longos períodos amamentando, o número de menstruações era bem menor do que agora – e a quantidade de menstruações está diretamente ligada com o risco de endometriose, sendo que quanto mais ciclos, maior as chances. Menos menstruações significam menos endométrio.

Tabagismo

Uma das teorias mais aceitas para a causa da endometriose é a Teoria Imunológica, e pode explicar por que só algumas mulheres desenvolvem a doença. “O que ocorre é uma falha no sistema imunológico, situação no qual as células do endométrio não são eliminadas corretamente devido a uma falha nesse sistema, e acabam migrando para a pelve, levando à endometriose”, declara a ginecologista Sueli. Nesse cenário, o cigarro tem uma atuação importante no sistema imunológico, e como tal pode contribuir para o aparecimento da doença. “Importante lembrar também que o cigarro diminui em três vezes a chance de engravidar, pois a nicotina altera o funcionamento dos ovários, afeta a qualidade dos óvulos e diminui a regularidade das ovulações”, ressalta a especialista. Em uma mulher com endometriose, que já tem o risco aumentado de infertilidade, o cigarro poderá só agravar a condição – portanto, se o tabagismo não contribuir para o aparecimento da endometriose, pode agravar as complicações da doença.

Sedentarismo

A alta produção de estrogênio também é um fator importante por trás da endometriose, uma vez que esse hormônio produzido pelos ovários faz parte do ciclo menstrual ? e quanto maior a produção de estrogênio, mais intenso o ciclo. “A atividade física regular irá regular esse hormônio, contribuindo para a prevenção da endometriose”, explica a ginecologista Rosa. A recomendação é fazer atividades aeróbicas de três a quatro vezes por semana. De acordo com a ginecologista Sueli, a atividade física também vai melhorar a imunidade da mulher.

 Estresse

Assim como o cigarro, o estresse também causa alterações no sistema imunológico, contribuindo para o aparecimento da endometriose. “Existem estudos que mostram o perfil da mulher com endometriose, e no geral elas são mais ansiosas e estressadas, exigentes, detalhistas e com dificuldade em dizer não, por isso muitas vezes um trabalho com psicoterapia também é necessário”, aponta a ginecologista Sueli.

Usar ou não anticoncepcionais?

De acordo com as especialistas, o uso de anticoncepcionais pode diminuir o risco, uma vez que eles diminuem o fluxo menstrual. Inclusive, os anticoncepcionais são recomendados para mulheres que já tem endometriose. “O anticoncepcional oral combinado tem sido usado como tratamento com bons resultados na redução dos sintomas”, explica a ginecologista Sueli Raposo. Dessa forma, se você usa anticoncepcionais hormonais, pode ser que suas chances de endometriose sejam diminuídas.

Idade

Segundo a ginecologia Rosa Maria Neme, do Centro de Endometriose São Paulo, a doença raramente aparece antes da primeira menstruação e tende a reduzir após a menopausa. “Mas não há relação entre a idade do diagnóstico e a severidade da doença”, completa Sueli Raposo. A endometriose pode aparecer a partir da primeira menstruação até a última com média de diagnóstico aos 30 anos. Dessa forma, é importante ficar atento aos sintomas: menstruações dolorosas, dor durante ou após a relação sexual e cólicas que duram semanas no período anterior ou após a menstruação são suspeitos para endometriose.

Fonte: www.minhavida.com.br

Deixe um comentário

Page 2 of 111234510...Last »